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POEMAS DO INFINITO II

Capítulo 4 POEMAS DE INVERNO

Palavras: 2050    |    Lançado em: 10/07/2021

OPL

da noi

voz a su

a porqu

e vai es

m é es

e ord

lma e

ite, sem ser

vo o que

s são real

fora

se for, e

vida dent

eu a mi

m minha pr

Possivelmente

ndivíduo tem de co

Inverno

RIL

e

ar os nossos

eto os mes

primeira

ez que vi

lho seja sol

a dança p

eitado d

hegar

verá estran

ocê

, no s

ilha

, Invern

MP

á

e

rr

nt

nca

ecant

leg

tag

am

ca

pr

a d

en

ter

gr

vi

fi

Inverno

RAS A

it

cri

vid

s mom

icidade

de sonho

.

rrastadas

das ent

das entr

e fe

tude da

e mo

as de

tas sil

e do vento

as e

ras a

parede

m lembranças

ores

.

gu

A

en

nhas p

nto não s

Inverno

NÃO E

poder

ram m

ro pr

aram

lme

ale

a de v

o,

njusto

s prof

vil

inf

ovar

,.

to co

ol

tão caras

que

des

u

e tac

ncól

mbát

te das

ador

útil, i

alíp

de inc

fug

e v

fi

u o

u

m

o meu

ha so

s

algum

tempo

uma

m-me-

to, à

rei

mais

mo

Inverno

OUTRO TEM

ma canção que pa

faz rir d

es me ench

que mora

r poesias

s cantigas nas

elinho qu

aval que

e me envolv

ver um paraís

que, então mi

audades pela

ue se aninha

es renova

assos quando

o de ceguei

scuras é far

ave que me c

ração suspi

ponta-me o rum

brilha, é conf

s horas, me ac

os estenden

ra mais de

a, renascem

do essa can

coisas de

os ouvidos as

rfoseia nas m

me o pensame

risioneiro de

ito dança num

dizem de sin

istórias de fo

tempo ela de

gueia nas asa

a saudad

e, sair de

o, deixar meu

eria as viv

omigo, na ru

ntão d

autômat

m e não, s

u não qu

ades viver

a canção que vi

s a bailar as

vivências e o

de um tempo q

assa esqueci a

ros tempos proj

ilhada das min

muitas veze

e bela ela vaga

s meus sonhos, pr

e pulsa nas en

de todos os

Inverno

PRISI

oa nas entranh

a a minha

ão abre as por

as para dizer

da é um barc

o das i

montanha so

eu desejo pa

jantes as

azem anjo

tade de

nos meus

templam as dis

dade do pass

fim da

e da minha p

existência esqu

relecidos guarda

resquício da

ou eternidade

úsica a baila

ousa trair mi

o tesouro há m

o das minha

Inverno

DE SO

o ciclo de to

gou aos me

do dos

nas e da

as des

s, em po

lrear de

o do nov

ser uma manhã

na noite

com as lend

e em meio às vár

nhava pelas c

portas das ca

cio em to

m minha i

o frio sop

de inverno

eblina

e árvores no

nhar pro

o o gel

m ares de

o e o pe

vou an

vezes s

a luga

ia do

o vento e da

as flores n

odas as p

xugaram a

s na estrada

os me afastand

ansparência de

a de tempos

o da minha

endiz de imo

ez mais da cr

chuva da min

Inverno

ARI

mi

a de min

mbranças

meu

ço de me

jo do

condo d

olhas

gens do

radas c

meu corpo

ho fe

Inverno

R B

ela

uma

l de

ar a vid

m d

sa flo

fa

ru

no

ap

ha

a so

Inverno

E O A

ertos

alma d

fância

a ca

lões d

em ab

ncon

os da es

fejos r

as de

tros,

lma se

ste se

uridão

ra e

de s

aba

rto d

m

m

dire

são

man

ncio

azem r

s adorm

de ternura

s não há

conquistas

um sonho

e alg

sse

e mesm

s viu

o a

az-me co

xa só pelo

bém p

i andar s

sempre se

eço e

zão

a uma

Inverno

UEM S

ela e

a no

todas a

todos o

abe, u

ores à lu

am as

es se fazem

imas nasce

ares, se d

abe, u

ares p

sonhos

ão nasce

ortam a al

a nas

de anti

abe, u

abrigo d

nsa a

nto n

m mil

nha s

abe, u

lta e

éu a

to sua

minha

sabe, u

Inverno

ECISO DI

da sala sus

drugada vai f

ocê e não

ue o seu p

ento e c

os dias de

azias de sonh

reditar n

m cantand

s da es

hegada a ho

que escondi

ecem nas

fonte de

rias da eter

Inverno

ESTRAN

uma cam

vezes pr

nem t

qui c

escalar m

inho das e

raref

ue quer

as que n

que nun

que nun

ores de e

r os ca

a cad

ou ma

comigo

uia e me

a até as

.

m s

a qua

os cami

madr

ação chei

tir ale

cara p

o, nem d

Amor e co

.

estranha

caba muit

quer

endo das

mpo pa

ida p

pass

o vie

vazias

os vazi

s de ret

.

mos não

m nós

o mais

que não

.

ealment

estamo

xinha de

ada

da sua, da

nosso

ssa

lembra

Inverno

ICI

omo manhã

a ternura e

az de uma vi

os meus dias

ho vivido s

inhado pelos re

brilhante do

ou aquele que

s entre sonh

o repleto de

me e bendigo

passamos a

Inverno

ANDOU O M

andou o m

ida, passo

ranças, rest

r toda a e

o, ora rio

oeira de

aqui, por a

isa, arrastado

as de encan

lexos de sof

mos de uma

da passag

Inverno

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POEMAS DO INFINITO II
POEMAS DO INFINITO II
“Poemas do Infinito II reúne trabalhos do 2.° ciclo literário do autor. São poemas que emergem da alma, ganham vozes e tocam o coração, com gestos de amor em meio a solidão e o silêncio. "A casa do caminho está sempre à espera daquele que vem sozinho."”
1 Capítulo 1 POEMAS DE PRIMAVERA2 Capítulo 2 POEMAS DE VERÃO3 Capítulo 3 POEMAS DE OUTONO4 Capítulo 4 POEMAS DE INVERNO5 Capítulo 5 POEMAS DO INFINITO II - ABERTURA ÍNDICE6 Capítulo 6 EPÍLOGO - POEMAS ESPARSOS