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POEMAS DO INFINITO II

Capítulo 2 POEMAS DE VERÃO

Palavras: 1412    |    Lançado em: 10/07/2021

RA

ração

lpa te

ras as belez

pa

amo

anças qu

im vo

a es

a pro

ão ab

sempre

ici

erro na coli

o um rio

hoso,

os teimam

co

amas

meu peito e

eus sonhos

me em t

a e

toda

name

, Verão

as horas se

qui

vida

e esse

as fl

a do qu

gua cri

ho mais

ido da

a do teu

qui

te o

ela de

ia foi a

u eu vi b

qui

da i

ais

as serão c

os séculos

ém

, Verão

ÚT

zer tanta

tanta

po pa

a pas

ores no

, Verão

UF

erá qu

sauda

to me f

dia sem

oces recordaçõ

de bordado as

ração a caminha

nha ternura e

acompanhava

cantos reina

amor, eram t

raços, uma su

a ficou t

s tardes c

uma saudad

fragado, sem po

s, Verão

E A

que tra

suave

para a m

erteza e

me com

meu dia

meu ho

ores do

õe a b

, traz-

e sonhos e

ida para

ezes

da é mes

vendo

e mágoas

sse amor

, Verão

TIVAME

as m

is canto d

is o odor

meu sol de

s d

eram

ram o

empo é

nhum v

nhas janela

m mundo solit

um t

or

á mai

mais

essa ausênc

na min

canto de

perfume d

, Verão

HA

ha

or rios

sca de ou

oa vive a

mpre te

perde

ando

ontade de

gra rio

a pelos

meus pe

va pra

as

e ponho

udad

empo pra

, Verão

U

e perder de mim é

ê na min

be

que eu te

da

da

não ser

não te

ezes

se co

go enxergar você

dos costu

spertam paixões

medo d

uito

em sei m

que acordav

nha j

-me por

s do pôr

s de c

nto m

meus pen

omo folhas

ro do

medo d

neiro das mi

o de você mac

e de mim, teus ca

despertam lem

e am

dosamente, meus

u só

em

medo d

s, Verão

NTE D

o, na mais

o e doce com q

inda já na

amor que m

oi pela v

uidados e

ia, serena,

céus, deixand

o, síntese

uprema do

so bem que se

luz infinit

sempre hás

ção, minha

, Verão

DO AMOR

vivemos

e fizemo

tras e

sei eu, par

r por quem

esbo

.

e medo

inde

ca dúvida

nca o

as

qua

tem de

abe dizer

o qu

oeta é um

sorrir nas

ar os noss

ias que sepa

anto

tante p

ch

, Verão

DO

ntade louca

ra, se pudes

do feliz e

, sem ver o t

sse, mas tu

e me sufoca

to grita e o

me nesta so

o tempo me

onho de cois

a mente e a

eus e vou s

os da vida

rto e já não

, Verão

LD

abandonad

esdenhado e

mais atroz

cio, chora as

e descartado

o entre todos

vive como u

m lhe chame

desta vida

vazios, de tri

ta a saudade

lugar sotur

numa fria e

tos que a vida

, Verão

E

m é

ome b

chega

o b

nge

lando

pass

meu

I

a m

es ben

assa d

ndo c

coraç

, Verão

E

uma

la ja

m s

la ve

is

el

ve

e

a don

, Verão

IL P

imple

s

e

so

e ca

sce mi

outras

sca se

ão das

reve sa

l das le

da sem

corre e

qu

is

sa

cho

se

, Verão

ANTU

por uma est

a de tern

hegar a

ergue tão b

ado, qued

do em tão bel

aumentar

ouço um su

ainha, é

erra íncli

lândia que

ha de noss

ãe, sempr

meu mais p

elina, com

do, Verã

A IM

que o céu

e hajam cas

que tudo

nferno de

e, em mom

arcas, n

e para i

riquezas

uardo n

perene da

ue levarei

tos de infi

nha, ete

r de toda

, Verão

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