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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição

Capítulo 4 

Palavras: 447    |    Lançado em: 24/06/2025

a chamada do Sr. Almeida, o advogado do

a leitura do testamento do seu pai,"

ia seguinte. O escritório cheirava a livros antigos e

riu uma pasta na

eixa-lhe todos os seus bens pessoais, a casa e a total

ai tinha trabalhado toda a sua v

nuou o Sr. Almeida,

stou os

grande em andamento. Um investimento significativo foi feito

oração

ra que quaisquer fundos sejam libertados, são necessárias duas assinaturas: a do sócio maiorit

te, ente

a tocar no dinheiro do maior projeto d

a de alguma coisa?" pergunt

to perspicaz, Ana. Ele sempre acreditou em proteger os seus interesses... e o

eu pai, mesmo depois da mo

hospital e no funeral foi subst

e fraca que podiam manipular. Eles pensavam que o único

tavam e

e deixado uma arm

dvogado, o meu telemóvel toco

en

ou eu,

inha desaparecido a irritação, a arrogân

or. Eu cometi um erro t

sorriso sem q

tinha

i, a minha voz doce com

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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
“O médico tirou os óculos, o seu rosto sério. "Sinto muito, a hemorragia interna do seu pai era demasiado grave. Fizemos tudo o que podíamos." Nesse momento, o meu mundo desabou. A dor no meu peito era insuportável, enquanto o cheiro a desinfetante me sufocava, e a minha perna partida latejava. Mas nada se comparava à traição que se seguiu. Liguei ao meu marido, Pedro, para partilhar a notícia devastadora. Ele atendeu com irritação: "Ana? O que foi? Estou ocupado." Quando consegui dizer que o meu pai tinha morrido, o silêncio do outro lado não era de choque, mas de frieza. "Eu sei," disse ele. "Eu estava lá. Tive de tirar a Sofia do carro primeiro. Ela estava a ter um ataque de pânico." A Sofia. A mulher que ele sempre protegia. A minha melhor amiga. Ele deixou o meu pai a sangrar, preso nos escombros, para salvar a sua 'amiga frágil'. O meu próprio marido observou o meu pai morrer. A fúria gelada apoderou-se de mim. A sua mãe, a Sônia, ligou logo a seguir, acusando-me de "birras egoístas" e defendendo o filho. "O teu pai teve um acidente, acontece! Não culpes o meu filho!" Eles não sentiam culpa, nem remorsos. Apenas desprezo pela minha dor. Naquele quarto de hospital, com o meu coração partido e a perna fraturada, soube que a minha antiga vida tinha ruído. Mas o meu pai, mesmo depois de morto, deixou-me uma arma. Era uma cláusula no seu testamento que amarrava o Pedro a mim. Ele precisava da minha assinatura para tocar no maior projeto da sua vida. Quando o Pedro ligou, com a voz subitamente suave e suplicante, eu sorri. O jogo tinha mudado. A guerra tinha começado. E eu ia lutar com tudo o que tinha por justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10