icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra

Capítulo 1 

Palavras: 685    |    Lançado em: 27/06/2025

eu estava sentado no chão frio do corredor do hospital. O meu fil

para mim foram um pedid

stá com febre alta... por

não

tal com a minha irmã, Clara, que t

ela consegue levar uma criança ao médico sozinha. Mas a Cla

a fulminante, disseram os médicos. Se tivessem chega

que passei a consolar a Cl

vibrou no bolso.

inalmente adormeceu. O médico disse que ela está e

a de uma preocupação que e

u rouca, um som estran

inha. Não foi um silêncio de choque

de ser forte. Pelo Léo. E pela Clara. Ela não pode s

fo

s a saírem antes que eu pudesse pensar. Mas não

vosco", corrigi, a voz a

minha mãe

e morreu! E tu preocupas-te com aquela mulher? Ela foi negligente!

para casa. Ela disse que o Léo estava a

rta! A família vem primeir

inha família. A minha mulher, deitada numa sala fri

ha-a aba

tes a ligar

de nós! Como vais cuidar do Léo sozi

i o número dela. Depois fiz o

rosadas da febre que agora cedia. A Sofia tinha-lhe dado o remédio a

o est

, um peso no meu peito que m

m em vez da família que construí. E

enas a mim. Ela tinha a minha mãe, que a descul

falhe

começou a tocar uma melodia infantil. Era o alarme que a So

u o corredo

arganta f

nha do Léo. Est

o hospital, que a partir daquele momento,

e. E nunca mais deixaria ninguém fazer mal ao

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra
O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra
“Minha esposa, Sofia, ligou-me, a voz fraca e urgente, pedindo-me para voltar para casa. Léo, nosso filho, estava com febre alta e ela não se sentia bem. Mas eu não fui. Naquele momento, a voz da minha mãe ecoou nos meus ouvidos: "A Clara (minha irmã, que tentara suicídio outra vez) precisa de ti! Tua mulher é uma adulta, ela consegue levar uma criança ao médico sozinha!" Horas depois, no chão frio do corredor do hospital, a notícia esmagou-me: Sofia havia morrido de meningite bacteriana fulminante. As mesmas horas que passei a consolar a minha irmã e a acalmar a minha mãe. A culpa era um peso físico, sufocante, quando minha mãe ligou, a voz suave, preocupada apenas com a "pobrezinha" da Clara. Contei-lhe que Sofia estava morta. O silêncio do outro lado não foi de choque, mas de cálculo. "Terribil! Mas Miguel, tens de ser forte... pela Clara." Forte? Eu tinha abandonado a minha família. Minha mulher morreu porque eu priorizei uma chantagem. Não podia ser. O que eu fiz? Que tipo de filho e marido eu sou? Que família é esta que destrói a própria vida para salvar uma que não quer ser salva? Naquele dia, jurei cortar relações. Bloqueei os números. E jurei, ali, que cada respiração minha seria para Léo, o filho que Sofia protegeu até o último suspiro. Nunca mais deixaria ninguém fazer mal ao meu filho. Nem mesmo a minha própria família.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10