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O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra

Capítulo 2 

Palavras: 486    |    Lançado em: 27/06/2025

uns amigos da Sofia do trabalho. A minha

ia, demasiado pequeno para entender a permanência da

tudo o que eu consegui

e silenciosa. O cheiro da Sofia ainda estava nos lençóis. O seu livro

recordação da

e através de outros parentes. Tios e primos ligaram, as

está muito

á a reagir bem a

perdoar. A vi

i todas a

minha mãe, elegante e controladora. Não a abri. Ati

do Léo, levá-lo à escola, ir para o meu trabalho como arquiteto, b

ta do Léo em formas de estrela. A canção que ela cantava dura

r tudo, um ritu

o Léo acord

o a m

-me na beira da cama. O seu cor

mpeão. Eu t

meira vez que chorei desde a noite em que ela morreu. Chorei

e muito, Léo. M

untou ele, a sua voz ab

ção partiu

osco. Aqui." Coloquei a mão dele sobre o seu próprio peito.

o consegui sair do quarto. Sentei-me na cadeira de baloiço no canto, a mesma onde

iver com ela, a carregá-la. E a minha única prioridade era garantir que o Léo s

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O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra
O Oceano do Luto: Encontrando a Paz em Sesimbra
“Minha esposa, Sofia, ligou-me, a voz fraca e urgente, pedindo-me para voltar para casa. Léo, nosso filho, estava com febre alta e ela não se sentia bem. Mas eu não fui. Naquele momento, a voz da minha mãe ecoou nos meus ouvidos: "A Clara (minha irmã, que tentara suicídio outra vez) precisa de ti! Tua mulher é uma adulta, ela consegue levar uma criança ao médico sozinha!" Horas depois, no chão frio do corredor do hospital, a notícia esmagou-me: Sofia havia morrido de meningite bacteriana fulminante. As mesmas horas que passei a consolar a minha irmã e a acalmar a minha mãe. A culpa era um peso físico, sufocante, quando minha mãe ligou, a voz suave, preocupada apenas com a "pobrezinha" da Clara. Contei-lhe que Sofia estava morta. O silêncio do outro lado não foi de choque, mas de cálculo. "Terribil! Mas Miguel, tens de ser forte... pela Clara." Forte? Eu tinha abandonado a minha família. Minha mulher morreu porque eu priorizei uma chantagem. Não podia ser. O que eu fiz? Que tipo de filho e marido eu sou? Que família é esta que destrói a própria vida para salvar uma que não quer ser salva? Naquele dia, jurei cortar relações. Bloqueei os números. E jurei, ali, que cada respiração minha seria para Léo, o filho que Sofia protegeu até o último suspiro. Nunca mais deixaria ninguém fazer mal ao meu filho. Nem mesmo a minha própria família.”
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