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A Casa Que Ele Perdeu, a Vida Que Eu Ganhei

Capítulo 1 

Palavras: 628    |    Lançado em: 30/06/2025

sombras no chão. O meu corpo ainda doía por todo o lad

abia, mesmo sem olhar, que estaria cheio de

sentada ao meu lado no banco de trás d

s ficar comigo por uns dias? O pai e a

isse eu, forçando um sorriso. "S

zinha. Tinha medo de fechar os olhos e ver

o de enfren

me a jantar fora. Mas a sua ex-namorada, a Sofia, ligou a cho

ou-me à espera no restaurante dur

ma chuva fraca. No caminho, um cami

primeira pessoa que vi foi a

om um cheiro a perfume de outra mul

é nada grave. A Sofia estava muito assust

sprovida de qual

soube que o nosso ca

iar encheu os meus pulmões. Tudo parecia o mes

" disse à Laura, ten

e frio que se tinha instalado na minha alma. Olhei para o meu reflexo no es

no sofá, a olhar para o telemóvel. Ele ne

te? Liguei-te

ra, como se eu tivess

bateria," respondi calmam

me avisaste? Sabes o qu

parecia preocupado

e, Pedro. Muitas vezes. Mas esta

gui a sua atenção. Ele levantou a cabe

situação terrível. Ela não tem ninguém.

andonar-me a mim? N

Podemos comemorar noutro dia. Tu estás b

ha voz tremeu. "Eu pod

de pura exaustão, com

go por causa de um disparate. Tens de ser mais

minha? Casada com um homem que

vez disso, respirei fundo e disse as palavras

quero o

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A Casa Que Ele Perdeu, a Vida Que Eu Ganhei
A Casa Que Ele Perdeu, a Vida Que Eu Ganhei
“Era o nosso aniversário de casamento. O Pedro prometeu-me um jantar especial. Mas, em vez disso, ele deixou-me a esperar por três horas... para ajudar a ex-namorada dele, Sofia, que "não tinha para onde ir" . De regresso a casa, sozinha, sob uma chuva fina, sofri um grave acidente de carro. Quando acordei no hospital, a primeira pessoa que vi foi a minha irmã, não o meu marido. O Pedro só apareceu horas depois, com cheiro a perfume de outra mulher e uma expressão de impaciência fria. "Como estás? Os médicos disseram que não é nada grave. A Sofia estava muito assustada, tive de ficar com ela para a acalmar." A sua voz era desprovida de qualquer preocupação ou remorso. Ele parecia mais irritado pelo meu acidente do que preocupado comigo. "Eu tentei ligar-te ontem à noite, Pedro. Muitas vezes. Mas estavas ocupado a consolar a Sofia." A minha voz tremeu quando disse: "Eu podia ter morrido, Pedro." E ele suspirou, como se eu fosse um fardo insuportável. Disse que eu era "dramática" e que "a vida da Sofia é tão difícil" . A minha vida? Casada com um homem que amava outra, ignorando a minha dor e a minha quase morte? Naquele momento, soube que não havia mais nada a dizer. Respirei fundo e as palavras que estavam presas na minha garganta disseram-se sozinhas: "Pedro, quero o divórcio."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10