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Adeus, Vida Antiga

Capítulo 3 

Palavras: 634    |    Lançado em: 02/07/2025

, construindo uma torre alta com blocos de madeira. Dona Beatriz estava sentada no tapete com ele, rindo e aplaudindo cada vez que ele adicionava um novo bloco. Eles pareciam uma uni

era física, uma po

sorriso e en

ia, me

nce para a avó, como se buscasse permissão. Dona Beatriz deu a Sofia

, tentando se jun

inda! Mamãe

co, mas Lucas rapidamente puxou o br

e, uma palavra

entou de novo, desta vez buscando u

o, pode dar um

nfantis se moveram de Sofia para Dona Beatriz e de volta. Ele balanço

lara e dolorosa que e

mento, seu tom falsamente do

a de ir ao parque. Quem você quer

s não hesitou desta vez. Ele apontou um d

ov

nado a segunda opção, a estranha. O vazio que ela sentia não era mais apenas sobre um relacionamento fracassado; era sobre a perda do vínculo mais importante de sua vid

Dona Beatriz e para o rosto confuso de seu filho, que já havia voltado

arto e pegou uma mala de viagem de cima do armário. Ela não pegou muitas coisa

ela podia criar beleza e vida com as próprias mãos. As rosas estavam florescendo, vibrantes e cheias de vida. Por um momento,

stava abandonando o solo que a sufocava para encontrar um lugar onde pudesse realmente fincar raízes. Ela fechou a porta

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Adeus, Vida Antiga
Adeus, Vida Antiga
“Na mansão de Ricardo, eu era um fantasma, uma sombra silenciosa que, por cinco anos, serviu a um homem que me via menos que um acessório. A festa borbulhava quando sua prima, Mariana, me atacou por usar vermelho – "A cor de Helena, sua falecida ex-noiva! Só ela ficava bem de vermelho!" . A humilhação foi pública, afiada, brutal. Eu, a mãe do filho dele, Lucas, era insignificante, uma mera substituta. Esperei que Ricardo me defendesse, mas ele apenas franziu a testa, os olhos frios, e disse: "Mariana tem razão. Vá para o quarto e troque. Coloque algo mais discreto". Fui para o banheiro, olhando meu reflexo, confrontando cinco anos de esperança estúpida. Quando Ricardo irrompeu, impaciente, exigindo que eu trocasse o vestido, a palavra escapou: "Não". Ele ficou chocado. Eu não voltei para a festa, apenas segui em frente, para longe daquela vida que nunca foi minha. Voltei apenas por Lucas, meu filho, o único pedaço de amor real que restava. Mas Dona Beatriz, a avó, o havia afastado de mim. Na manhã seguinte, no chão da sala, Lucas, meu próprio filho, para quem eu era uma estranha, rejeitou meu abraço, escolhendo a avó. "Vovó disse que você foi embora porque não me ama mais", ele disse, as palavras claramente ensinadas. Naquele instante, tudo desabou. Eu não era mais a segunda opção; era a estranha. Não restava nada para mim ali. Peguei uma mala e parti, deixando o jardim, a casa e toda a minha vida para trás. Mesmo assim, Ricardo, em sua arrogância, acreditou que eu voltaria. Ele não compreendia que, para mim, o jogo havia mudado, e ele não estava mais no controle.”