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Adeus, Vida Antiga

Capítulo 4 

Palavras: 644    |    Lançado em: 02/07/2025

ntrar Sofia, mas o lugar estava frio e vazio. Ele franziu a testa, irritado. Ele presumiu que ela ainda estava chateada com a discussão sobre

desceu para o café da manhã. Sua m

disse ela, com um tom c

ara a casa de alguma amiga para se acalmar

. Para ele, Sofia era uma constante, uma peça de mobiliário em sua vida. E

olitário na casa silenciosa, ele pegou o telefone

ntou. "Gostaria de vir aqu

perdida, vulnerável. Ela mencionou que estava tendo problemas com o aluguel, que a vid

ajur realçava a semelhança de seu perfil com o de Helena. Ricardo ficou olhando para ela, sua mente se distanc

o nome escapando de seus l

de falar, co

emórias mais preciosas, ele gentilmente afastou uma mecha de cabelo do rosto dela. Era o mesmo gesto que ele costumava fazer com Helena. Seus de

do. Ninguém havia arrumado a desordem do seu escritório. As roupas que ele deixou no chão do quarto ainda est

te. "Covarde", pensou ele. "Ela não aguenta a pressão". Ele s

voz alta para o quarto vazio. "Ela não

estavam caindo, e as folhas de outras plantas estavam amareladas. A negligência de apenas alguns dias era visível. A visão daquele pequeno jardim morrendo o in

Ele não aceitaria isso. Ele pegou o telefone, sua mente focada em uma única estratégia.

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Adeus, Vida Antiga
Adeus, Vida Antiga
“Na mansão de Ricardo, eu era um fantasma, uma sombra silenciosa que, por cinco anos, serviu a um homem que me via menos que um acessório. A festa borbulhava quando sua prima, Mariana, me atacou por usar vermelho – "A cor de Helena, sua falecida ex-noiva! Só ela ficava bem de vermelho!" . A humilhação foi pública, afiada, brutal. Eu, a mãe do filho dele, Lucas, era insignificante, uma mera substituta. Esperei que Ricardo me defendesse, mas ele apenas franziu a testa, os olhos frios, e disse: "Mariana tem razão. Vá para o quarto e troque. Coloque algo mais discreto". Fui para o banheiro, olhando meu reflexo, confrontando cinco anos de esperança estúpida. Quando Ricardo irrompeu, impaciente, exigindo que eu trocasse o vestido, a palavra escapou: "Não". Ele ficou chocado. Eu não voltei para a festa, apenas segui em frente, para longe daquela vida que nunca foi minha. Voltei apenas por Lucas, meu filho, o único pedaço de amor real que restava. Mas Dona Beatriz, a avó, o havia afastado de mim. Na manhã seguinte, no chão da sala, Lucas, meu próprio filho, para quem eu era uma estranha, rejeitou meu abraço, escolhendo a avó. "Vovó disse que você foi embora porque não me ama mais", ele disse, as palavras claramente ensinadas. Naquele instante, tudo desabou. Eu não era mais a segunda opção; era a estranha. Não restava nada para mim ali. Peguei uma mala e parti, deixando o jardim, a casa e toda a minha vida para trás. Mesmo assim, Ricardo, em sua arrogância, acreditou que eu voltaria. Ele não compreendia que, para mim, o jogo havia mudado, e ele não estava mais no controle.”
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