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A Mulher que Me Roubou Tudo

Capítulo 1 

Palavras: 1383    |    Lançado em: 04/07/2025

era familiar para mim, uma lembrança con

i um rim para meu mel

a deitado na mesma cama de hospit

ncia rena

ecoavam na minha cab

e urgente, Lucas. A diálise n

ue trabalhou a vida inteira para me dar tudo

ha um rim

tei ao médico, a voz saindo

com uma mistura

dependeria de um rim artificial pelo resto da sua vi

vel?", repeti,

olhou os papé

atibilidade

a uma decisão. Era a ú

er isso. Eu dou

ial custava uma fortuna, dinheiro que eu não tinha. Eu era um de

nça era Juliana Me

ovando um vestido novo, caro. Ela sorriu para

, amor? Es

estado do meu pai, a minha decisão, a necess

dela des

se eu fosse um est

eu último rim? E você espera qu

eu pai. Eu não

colha é se destruir por todo mundo! Primeiro o Pedro, agora o seu pai. E eu?

avras er

que você

m som feio

ompra vestidos novos. Eu queria um parceiro

tou para

isado, o coração que

cheirava a mofo, a humilhação final chegou. Role

fo

do radiante, ao

elhor

uma certidão

, casada com o amor da

mento era de u

alvar meu pai, eles me

scura, me afogando. Eu não tinha noiva, não tinha melh

se poço que uma

hospital, uma mulher

uc

de infância. Eu não a via há anos. Ela estava diferen

e você está

oube da Juliana e do Pedr

meira vez em dias, eu sent

, Sofia. Eu não tenho c

e me olhou no

, os melhores do mundo em transplantes. Eles vão operar seu pa

ia acreditar.

eu não sei com

sorrindo. "Somos amigos. A

eram. A minha e a do

que vi foi Sofia. Ela estava sen

ração

u pai? Ele

mão. Seus dedo

u pai... houve uma rejeição súbita e massiva. Os médicos

ficou em

r no meu peito era real, esmagadora. Eu tinha dado meu

estava

único girassol. A flo

ito orgulhoso d

os se p

nciosa. A dor física era mais presente, um lembrete diário do meu

ca saiu d

ir minha vida. Nos apaixonamos, ou pelo

contrado a paz, uma fel

ho

se portátil me distraía. Sofia estava no jardim dos fundos, falando ao telefone com sua melhor amiga

máquina, as consultas, a dieta.

tou. Eu sabia que e

O Pedro está saudável, feliz. Ele tem os dois rins d

de res

rins d

Fazer o Lucas pensar que estava doando o segundo rim para o pai... foi a

ou a girar. O que

guntou Isabela, a vo

uma

que eu mandei. A 'rejeição súbita' foi... induzida. O velho já estava no fim da vida de qualquer jeito. O importante

ha mão escorregou e s

da comparado ao som do

u

taram m

ga, minha esposa,

ra o

hor amigo, era

a morte do meu pai, meu corpo quebrado... tudo

o. Eu era um banco

meu estômago e se espalhou por cada veia. Não era

esposa se gabar de ter assassinado meu pa

gan

entira. Eu ia dest

em pela vida do meu pai e pelos

ça seri

a última coisa

-

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A Mulher que Me Roubou Tudo
A Mulher que Me Roubou Tudo
“O cheiro de antisséptico do hospital já era familiar para mim, uma lembrança constante do sacrifício que fiz por Pedro, meu melhor amigo, ao doar um rim para ele. Agora, meu pai, João Silva, estava na mesma cama, com insuficiência renal terminal, e a única esperança era eu, doando meu último rim. A médica me alertou sobre a vida conectada a uma máquina, mas eu repeti: "Eu sou compatível?". Sim, mas o custo do procedimento para o rim artificial era uma fortuna que eu, como designer de jogos iniciante, não tinha. Minha noiva, Juliana, provava um vestido caro quando revelei a situação do meu pai e a necessidade de dinheiro para o meu próprio rim. Seu sorriso desapareceu, substituído por desprezo. "Você está louco, Lucas? Doar seu último rim? E espera que eu pague por essa loucura?" Ela me expulsou, e naquela mesma noite, vi a foto: Juliana, sorrindo, ao lado de Pedro, agora casados. Eles me apunhalaram pelas costas, e eu me vi sem noiva, sem amigo, sem dinheiro, e meu pai morrendo. Foi então que Sofia Almeida, minha amiga de infância, se aproximou, abraçou-me e disse que faria o transplante do meu pai e me daria um rim artificial de graça. A cirurgia foi um sucesso, mas recebi a notícia de que meu pai não resistiu. "A rejeição súbita foi... induzida. O velho já estava no fim da vida de qualquer jeito. O importante era que o Pedro tivesse o melhor." A voz que ouvi não era de Sofia, a mulher que se tornou minha esposa e cuidou de mim por seis anos, mas de um monstro. Eu não era um marido; eu era um banco de órgãos. Naquele instante, o choque deu lugar a um ódio puro, gelado e absoluto, selando meu novo propósito: vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10