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A Mulher que Me Roubou Tudo

Capítulo 2 

Palavras: 897    |    Lançado em: 04/07/2025

s cores borradas nas bordas. O som do vidr

o jardim, mas o arrepio que percorreu minha e

elo da

à minha presença, alheia à destr

de conseguir o segundo rim. Ele é egoísta demais para perguntar

avra era

e me tirou do

do diabo, me arrastando para

ticuloso. Meu corpo, a saúde do meu pai, meu luto... tudo foi usado como p

sujo. Usado.

está bem? Ouv

ritório, seu rosto uma máscara de preocupação. A m

itar até meus pulmões arderem. Mas um instinto de sobrevivência mais primitivo

cisava

ou um pouco tonto hoje." Forcei as

cheiro de seu perf

sa descansar. Você se esf

tar os cacos de v

te, sem me olhar. "Seis anos já. O tempo voa. Ainda me sinto tão

garganta. A audácia de

r com quem eu dividia

zes eu penso... e se eu pudesse ter me

teste.

e me olhou, os olhos se estreit

a dessas, Lucas. N

oz er

isso. Você o salvou. Foi a coisa mais nobre que voc

l. A mesma arma qu

eu olhar fixo no dela. "Eu estou falando d

se fechou c

ve. Eu cuidei de toda a papelada na época. Você assin

xo, limpando as mãos como se estivesse

mentos no hospital, dopado de analgésicos e destruído pelo luto.

rceptava todas as comunicações. De como, nos primeiros anos, sempre que eu mencionava a possibilidade de procurar uma segunda opini

ia senti

imou e tento

isso, ok? Eu te amo.

u corpo estava ríg

se. "Vou tomar meus rem

iada por eu ter

mor. Vou te l

u rosto estava sereno, a respiração calm

que eu tomasse para "descansar melhor". Esmaguei-o e dissolvi no c

udo, como s

la estava em um so

to, eu me aproximei dela. Lentamen

bro, escondido, havia

s, mas nunca prestei muita at

olhando de

las, quase invisíveis, es

o Co

dela marc

ava dormindo com o inimigo, um inimigo que ti

peguei o celular del

cobrir todos os

-

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A Mulher que Me Roubou Tudo
A Mulher que Me Roubou Tudo
“O cheiro de antisséptico do hospital já era familiar para mim, uma lembrança constante do sacrifício que fiz por Pedro, meu melhor amigo, ao doar um rim para ele. Agora, meu pai, João Silva, estava na mesma cama, com insuficiência renal terminal, e a única esperança era eu, doando meu último rim. A médica me alertou sobre a vida conectada a uma máquina, mas eu repeti: "Eu sou compatível?". Sim, mas o custo do procedimento para o rim artificial era uma fortuna que eu, como designer de jogos iniciante, não tinha. Minha noiva, Juliana, provava um vestido caro quando revelei a situação do meu pai e a necessidade de dinheiro para o meu próprio rim. Seu sorriso desapareceu, substituído por desprezo. "Você está louco, Lucas? Doar seu último rim? E espera que eu pague por essa loucura?" Ela me expulsou, e naquela mesma noite, vi a foto: Juliana, sorrindo, ao lado de Pedro, agora casados. Eles me apunhalaram pelas costas, e eu me vi sem noiva, sem amigo, sem dinheiro, e meu pai morrendo. Foi então que Sofia Almeida, minha amiga de infância, se aproximou, abraçou-me e disse que faria o transplante do meu pai e me daria um rim artificial de graça. A cirurgia foi um sucesso, mas recebi a notícia de que meu pai não resistiu. "A rejeição súbita foi... induzida. O velho já estava no fim da vida de qualquer jeito. O importante era que o Pedro tivesse o melhor." A voz que ouvi não era de Sofia, a mulher que se tornou minha esposa e cuidou de mim por seis anos, mas de um monstro. Eu não era um marido; eu era um banco de órgãos. Naquele instante, o choque deu lugar a um ódio puro, gelado e absoluto, selando meu novo propósito: vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10