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A Mulher que Me Roubou Tudo

Capítulo 4 

Palavras: 776    |    Lançado em: 04/07/2025

bocejou e se espreguiçou

voz sonolenta. "Dormi como uma ped

sto era uma máscara de calma, mas p

respondi, a

ntando me beijar. Eu me virei, fin

perguntou, sent

arulho à noite." Era uma mentira f

minhas costas. Um toque que agora queimava minha pele.

io e as provas na cara dela. Queria ver o choque em seu rosto qu

ecisamos conve

ar dela tocou. Ela olhou para

Pe

ê está?", ela atendeu, a voz subi

lo quarto enquanto falava

i lá. Não se preocupe com nada, já cuidei de tudo. O

errompido pela própria fonte de s

ligou,

amor. O que

omento havia passado. Eu precisava de

a, meu celular vibrou.

perial às 19h. Tenho uma surpresa

anos de negligência, de repente e

encheu de um

. Mas eu iria. Eu seguiria o roteiro dela uma

no carro, a caminho do

data no pai

eu aniv

anos. A "surpresa" era claramente uma tentativa de encob

meus lábios. Era tão patétic

luxo, ouvi vozes vindo de perto do elevador d

ele bolo? Para o tal do

le deve ser podre de rica. Dizem que ela também alugou a suíte presidencial pa

verm

avorita

em que me disse que ele morreu. Um gesto vazio, calcula

ficou

a" não era

para

e de Pedro, financiada por Sofia. A festa era para

u? Para aplaudir o homem que conspirou para roubar meus

eu meu anivers

cia, uma desculpa para me arrastar para a c

nista da minha própria vida. Eu era um coa

e todo o dia se quebrou, dando l

que houvesse uma centelha de humanidade nela

se impor

o, toda a dedicação... foi tudo

o de festas. A música alta e as

endireitei meu

ora d

-

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A Mulher que Me Roubou Tudo
A Mulher que Me Roubou Tudo
“O cheiro de antisséptico do hospital já era familiar para mim, uma lembrança constante do sacrifício que fiz por Pedro, meu melhor amigo, ao doar um rim para ele. Agora, meu pai, João Silva, estava na mesma cama, com insuficiência renal terminal, e a única esperança era eu, doando meu último rim. A médica me alertou sobre a vida conectada a uma máquina, mas eu repeti: "Eu sou compatível?". Sim, mas o custo do procedimento para o rim artificial era uma fortuna que eu, como designer de jogos iniciante, não tinha. Minha noiva, Juliana, provava um vestido caro quando revelei a situação do meu pai e a necessidade de dinheiro para o meu próprio rim. Seu sorriso desapareceu, substituído por desprezo. "Você está louco, Lucas? Doar seu último rim? E espera que eu pague por essa loucura?" Ela me expulsou, e naquela mesma noite, vi a foto: Juliana, sorrindo, ao lado de Pedro, agora casados. Eles me apunhalaram pelas costas, e eu me vi sem noiva, sem amigo, sem dinheiro, e meu pai morrendo. Foi então que Sofia Almeida, minha amiga de infância, se aproximou, abraçou-me e disse que faria o transplante do meu pai e me daria um rim artificial de graça. A cirurgia foi um sucesso, mas recebi a notícia de que meu pai não resistiu. "A rejeição súbita foi... induzida. O velho já estava no fim da vida de qualquer jeito. O importante era que o Pedro tivesse o melhor." A voz que ouvi não era de Sofia, a mulher que se tornou minha esposa e cuidou de mim por seis anos, mas de um monstro. Eu não era um marido; eu era um banco de órgãos. Naquele instante, o choque deu lugar a um ódio puro, gelado e absoluto, selando meu novo propósito: vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10