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A Mulher que Me Roubou Tudo

Capítulo 3 

Palavras: 919    |    Lançado em: 04/07/2025

uma senha. Tentei as combinações óbvias: anivers

tuagem me v

aniversári

desbl

ois de tudo que ouvi, a profundida

um amigo de infância que se tornou um excelente

eciso de um favor. Um f

s registros médicos dos últimos seis anos e uma investigação discret

do?", ele perguntou, a preoc

. Apenas confie em mim. Minh

ue você tiver. Vou c

minha atenção para

rindo em viagens, em jantares. Uma vida feliz de

pasta era

b

ueixo

tiradas. Pedro na academia. Pedro saindo do trabalho. Pedro rindo com amigos e

o era

a de uma família rica, eu sabia disso.

nte", "Ajuda com o aluguel", "Para você se divertir

ento de luxo, no bairro mais caro

o esportivo importado.

Pedro, aceitava tudo sem questionar, vivendo como um rei às

meu peito, um fogo

-mails trocados com Isabela. Eram

a a morte do meu pai

e eu pensava. Uma única injeção. O velho nem sentiu. Foi melho

pai. O homem

irar fundo, lutando cont

nuei

me disse que sou a única pessoa que realmente

da. A ironia

. Um arquivo criptografado chamado "Cont

avia uma

a "Plano de

a de nomes.

tipo sanguíneo, compatibilidade de tecidos com Ped

tava no top

1: Rim Esquerdo (Adquirido). Fonte 2: Ri

ia outros quatro. Pesso

1: Fígado. Compatibilidade: 87%. Estilo de vi

angue

mim. Não era só s

penas o

ante para o seu precioso Pedro. Pessoas vivendo suas

titulada "Custo-Benefício", ao lad

ensação financeira. O sofrimento contínuo com o rim artificial serve como um lembrete con

nôm

iente ec

que eu

o chão, o celular de Sofia na minha mão. O ar

um troféu. Uma prova doentia de seu

computador e comecei a copiar tudo. Cada foto, cada

a noit

meçou a nascer,

u há alguns meses. Adaptei-os com nossos nomes. Imprimi e coloquei em um envelo

nvelope na

a do meu escritório, olhando para o rosto

de um

a, nem tristeza. Apenas um vazio

çaria. E desta vez,

-

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A Mulher que Me Roubou Tudo
A Mulher que Me Roubou Tudo
“O cheiro de antisséptico do hospital já era familiar para mim, uma lembrança constante do sacrifício que fiz por Pedro, meu melhor amigo, ao doar um rim para ele. Agora, meu pai, João Silva, estava na mesma cama, com insuficiência renal terminal, e a única esperança era eu, doando meu último rim. A médica me alertou sobre a vida conectada a uma máquina, mas eu repeti: "Eu sou compatível?". Sim, mas o custo do procedimento para o rim artificial era uma fortuna que eu, como designer de jogos iniciante, não tinha. Minha noiva, Juliana, provava um vestido caro quando revelei a situação do meu pai e a necessidade de dinheiro para o meu próprio rim. Seu sorriso desapareceu, substituído por desprezo. "Você está louco, Lucas? Doar seu último rim? E espera que eu pague por essa loucura?" Ela me expulsou, e naquela mesma noite, vi a foto: Juliana, sorrindo, ao lado de Pedro, agora casados. Eles me apunhalaram pelas costas, e eu me vi sem noiva, sem amigo, sem dinheiro, e meu pai morrendo. Foi então que Sofia Almeida, minha amiga de infância, se aproximou, abraçou-me e disse que faria o transplante do meu pai e me daria um rim artificial de graça. A cirurgia foi um sucesso, mas recebi a notícia de que meu pai não resistiu. "A rejeição súbita foi... induzida. O velho já estava no fim da vida de qualquer jeito. O importante era que o Pedro tivesse o melhor." A voz que ouvi não era de Sofia, a mulher que se tornou minha esposa e cuidou de mim por seis anos, mas de um monstro. Eu não era um marido; eu era um banco de órgãos. Naquele instante, o choque deu lugar a um ódio puro, gelado e absoluto, selando meu novo propósito: vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10