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Adeus, Passado Sombrio

Capítulo 4 

Palavras: 711    |    Lançado em: 07/07/2025

m momento, fiquei chocada com a audácia dela, com a rapidez c

nela? Eu os avisei! Eu di

a saber, eles não estavam procurando a verdade, eles estava

dor e a fúria em seu rosto se trans

braço, sua mão apertando com u

eu, "Você sabia o tempo todo, não é? Você queria q

" eu disse, a voz

em vez disso, ele

ue você fez isso po

mistura de raiva e acusação, ninguém interveio, ninguém disse uma palavra

onando, começou a chorar mais alto, inter

isso, Sofia," ela soluçou, "Eu

soava como um i

ue orquestrou a campanha de difamaç

não sabia que tinha, eu puxei meu braço d

um, "Vocês são patéticos, a culpa do fracasso de vocês é de vocês

serviram para enfur

da mais cruel, ela pegou o celular

lágrimas, "A Sofia, minha colega de classe, sabotou a todos nós, ela nos impediu de cheg

espectadores, os fãs e seguidores de Julian

am a rolar na tela, rá

dia inv

erece

em co

m pode ser

inha frente se alimentava dessa raiva, os olhos dos meus colegas d

do para o celular de Juliana, "Todo mundo

s contorcidos de ódio, eles não eram mais meus co

mente, mas não havia para onde correr, as co

pela primeira vez desde que re

bia que eles eram capazes de cometer, a m

não ia deixar que eles

carei, meu medo escondido at

a voz firme, "Mas saibam que vocês

enas os pro

por um segundo, eu pen

udo desapareceu, só havia o rosto dele, o rosto que eu um

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Adeus, Passado Sombrio
Adeus, Passado Sombrio
“A morte foi um alívio frio, um silêncio que chegou depois de muita dor, com o veneno queimando em minhas veias e a imagem de minha mãe, enforcada, sem vida, uma vítima de uma crueldade que deveria ter sido só minha. Mas então, eu respirei, e o ar úmido e pesado, cheirando a chuva e asfalto molhado, encheu meus pulmões com uma urgência chocante. Abri os olhos e lá estava ele, Pedro, meu namorado, irritado, as palavras dele ecoando um pesadelo: "Sofia, qual é o seu problema? Estamos todos esperando por você, não podemos nos atrasar por sua causa!" Era o dia do concurso para a bolsa, o mesmo dia em que tudo desmoronou na minha vida anterior, com as memórias da traição, do veneno na festa, da humilhação pública da minha mãe e do seu suicídio, tudo voltando em uma avalanche de dor e ódio. Eu tremia, não de amor, mas de um pânico gelado ao ver aqueles que me rodearam enquanto Juliana me envenenava, os mesmos que riram e espalharam as mentiras que destruíram minha mãe, tudo sob o pretexto da minha "inveja". Naquela vida, eu implorei, avisei sobre a tempestade e o deslizamento iminente, mas eles zombaram, chamando-me de dramática, de invejosa. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Com a voz firme, sem o tremor da Sofia ingênua que eu fui, disse: "Pensem o que quiserem. Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agora, o ônibus que vai pelo caminho alternativo sai em cinco minutos", e comecei a andar, sem olhar para trás, deixando-os entregues a si mesmos e ao destino sombrio que os aguardava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10