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Adeus, Passado Sombrio

Capítulo 2 

Palavras: 801    |    Lançado em: 07/07/2025

longe do caos que eu sabia estar se desenrolando na serra, pela janela, eu

, era a paz de quem sabe exatamente o q

desespero ao implorar para o motorista tentar um caminho diferente, mas Pedro segurou m

ara todos não se preocuparem, que o pai

ande m

deles, eu podia imaginar a cena, o riso nervoso se t

a, postou uma selfie com todos ao fundo, na legenda, ela escreveu: "Presos na estrada por causa da chu

a empregada havia preparado, e eles a

pre cuidando de todo

à paranoia da Sofia, ela é tão

a a postagem de Juliana e depois mandou uma

de deslizamento, acho que ela está com inveja porq

palavras me causaram um dia, agora era apenas um eco distante, ele

m minha pena, nã

r me envenenado de propósito em

arem minha mãe online, chamando-a de mentirosa,

me afastava deles era um passo em direção à minha nova

namento que se estendia por quilômetros, o motorista,

oqueou a passagem, não tem como atravessar, vamo

r, as vozes na van ficaram ma

Começa em menos de duas ho

, com a paciência de quem já viu de tudo

outro caminho?" exigiu Pedro, co

a de vocês pegou, agora, a única opção seria uma trilha pela mata, a pé, ma

u pai era engenheiro e me ensinou a ler mapas topográficos, eu sabia de

olhei, me sujei de lama, e consegu

e entrar, e qual foi o meu agradeciment

estava lá para s

liana

vô tinha uma fazenda por aqui, eu conheço uma trilha que corta a montan

s con

n e seguiram Juliana para dentro da mata es

u reflexo na janel

, não levava a lugar nenhum,

-los falhar, era vê-los falhar por caus

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Adeus, Passado Sombrio
Adeus, Passado Sombrio
“A morte foi um alívio frio, um silêncio que chegou depois de muita dor, com o veneno queimando em minhas veias e a imagem de minha mãe, enforcada, sem vida, uma vítima de uma crueldade que deveria ter sido só minha. Mas então, eu respirei, e o ar úmido e pesado, cheirando a chuva e asfalto molhado, encheu meus pulmões com uma urgência chocante. Abri os olhos e lá estava ele, Pedro, meu namorado, irritado, as palavras dele ecoando um pesadelo: "Sofia, qual é o seu problema? Estamos todos esperando por você, não podemos nos atrasar por sua causa!" Era o dia do concurso para a bolsa, o mesmo dia em que tudo desmoronou na minha vida anterior, com as memórias da traição, do veneno na festa, da humilhação pública da minha mãe e do seu suicídio, tudo voltando em uma avalanche de dor e ódio. Eu tremia, não de amor, mas de um pânico gelado ao ver aqueles que me rodearam enquanto Juliana me envenenava, os mesmos que riram e espalharam as mentiras que destruíram minha mãe, tudo sob o pretexto da minha "inveja". Naquela vida, eu implorei, avisei sobre a tempestade e o deslizamento iminente, mas eles zombaram, chamando-me de dramática, de invejosa. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Com a voz firme, sem o tremor da Sofia ingênua que eu fui, disse: "Pensem o que quiserem. Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agora, o ônibus que vai pelo caminho alternativo sai em cinco minutos", e comecei a andar, sem olhar para trás, deixando-os entregues a si mesmos e ao destino sombrio que os aguardava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10