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Adeus, Passado Sombrio

Capítulo 1 

Palavras: 903    |    Lançado em: 07/07/2025

do em minhas veias era a última sensação, mas o que realmente me matou foi ver o corpo d

ão, eu

gência chocante, era um ar úmido e pesa

que vi foi o rosto de Pedro, meu namorado,

amos todos esperando por você, não

e eu já tinha vivido, eu estava de volta, de volta ao dia do concu

pela minha garganta, as memórias da minha vida passada, da traição, do veneno na festa, da h

os outros colegas de classe me olhavam com impaciência, eles eram os mesmos que riram enquanto

Ana, uma das seguidoras mais leais de Juliana, com um tom de

ria voz me surpreendeu, estava firme, fria, s

, chocado pela

Sofia, é a Juliana, ela é a nossa amiga, e essa

nenhuma expressão, o amor que eu sentia por esse homem tinha se transformado e

" ele acusou, e os outros concordaram com a cabeça, repetind

ve

icar a crueldade de Juliana, para justificar a p

fôssemos logo, eu falei sobre a chuva forte que estava começando e

ue eu só não queria que Juliana, a "garot

cometer o

mochila do chão, "Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agor

ecei a andar, sem

s de deboche, eles achavam que eu estav

sprezo, "Ela vai ver só quando a Juliana ganhar

meçava a cair se tornaria uma tempestade, que a estrada principal seria bloqueada por um deslizamento de

os, desta vez, eu estava me sa

vingança era a única coisa que importava agora, e o primeiro passo e

o que fazia um percurso mais longo, mas seguro, pela cidade,

ônibus, toda sorridente, com suas roupas de grife e seu ar de superioridade, ela d

do, rindo e conversando, completament

s mãos tremendo um pouco, nã

areceu na tela, um aler

rra das Araras, estrada principal para o centro de convenções es

mou nos meus lábios, o sh

um, por tudo o que fize

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Adeus, Passado Sombrio
Adeus, Passado Sombrio
“A morte foi um alívio frio, um silêncio que chegou depois de muita dor, com o veneno queimando em minhas veias e a imagem de minha mãe, enforcada, sem vida, uma vítima de uma crueldade que deveria ter sido só minha. Mas então, eu respirei, e o ar úmido e pesado, cheirando a chuva e asfalto molhado, encheu meus pulmões com uma urgência chocante. Abri os olhos e lá estava ele, Pedro, meu namorado, irritado, as palavras dele ecoando um pesadelo: "Sofia, qual é o seu problema? Estamos todos esperando por você, não podemos nos atrasar por sua causa!" Era o dia do concurso para a bolsa, o mesmo dia em que tudo desmoronou na minha vida anterior, com as memórias da traição, do veneno na festa, da humilhação pública da minha mãe e do seu suicídio, tudo voltando em uma avalanche de dor e ódio. Eu tremia, não de amor, mas de um pânico gelado ao ver aqueles que me rodearam enquanto Juliana me envenenava, os mesmos que riram e espalharam as mentiras que destruíram minha mãe, tudo sob o pretexto da minha "inveja". Naquela vida, eu implorei, avisei sobre a tempestade e o deslizamento iminente, mas eles zombaram, chamando-me de dramática, de invejosa. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Com a voz firme, sem o tremor da Sofia ingênua que eu fui, disse: "Pensem o que quiserem. Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agora, o ônibus que vai pelo caminho alternativo sai em cinco minutos", e comecei a andar, sem olhar para trás, deixando-os entregues a si mesmos e ao destino sombrio que os aguardava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10