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Adeus, Passado Sombrio

Capítulo 3 

Palavras: 765    |    Lançado em: 07/07/2025

labirinto de lama e vegetação densa, a chuva não dava trégua, e

a começou a se transformar em

e é por aqui?" perguntou

," Juliana respondeu, a irritação c

se pondo quando eles finalmente encontraram o caminho de vol

sperava, com um olhar d

ho mágico?" ele pergunto

na van em silêncio, o peso do f

via caído, as luzes do grande prédio estavam quase todas apagadas

ha acabado

da van foi quebr

desespero, "Acabou,

não era apenas um prêmio, para muitos deles, era a única chance de

os portões, sacudindo as correntes, gritando,

deram foi o eco de suas pr

eu tinha chegado horas antes, feito a prova com calma

trouxe uma satisfação sombria e profunda, era o

galaram em choque, e depois se e

e pudesse dizer qualquer coisa, um homem

grama de bolsas, uma figura de imenso r

ntou, sua voz era calma, mas carregada de

amento, o senhor tem que nos dar outra chance!" Pedro imp

po de estudantes sujos e derro

s a usar rotas alternativas, a senhorita Sofia," ele disse, apontando para mim, "chegou a tempo, assim c

io foi a

e continuou, suas palavras eram como marteladas, "Vocês não apenas perderam a chance de fazer a prova hoje, como seus nomes serão adicionados a uma lista

vinham de vários membros do grupo, o futuro deles, que parecia t

am do local olhavam para eles co

cochichar, "Arruinar o própri

um alvo, e o grupo, em seu deses

tou um garoto, "Seu atalho es

crocodilo já rolando pelo seu rosto, "Se alguém tem culpa aqui, é a Sofia! Ela sab

absurda, tão ridícu

oas desesperadas, qualque

ez, me tornei o

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Adeus, Passado Sombrio
Adeus, Passado Sombrio
“A morte foi um alívio frio, um silêncio que chegou depois de muita dor, com o veneno queimando em minhas veias e a imagem de minha mãe, enforcada, sem vida, uma vítima de uma crueldade que deveria ter sido só minha. Mas então, eu respirei, e o ar úmido e pesado, cheirando a chuva e asfalto molhado, encheu meus pulmões com uma urgência chocante. Abri os olhos e lá estava ele, Pedro, meu namorado, irritado, as palavras dele ecoando um pesadelo: "Sofia, qual é o seu problema? Estamos todos esperando por você, não podemos nos atrasar por sua causa!" Era o dia do concurso para a bolsa, o mesmo dia em que tudo desmoronou na minha vida anterior, com as memórias da traição, do veneno na festa, da humilhação pública da minha mãe e do seu suicídio, tudo voltando em uma avalanche de dor e ódio. Eu tremia, não de amor, mas de um pânico gelado ao ver aqueles que me rodearam enquanto Juliana me envenenava, os mesmos que riram e espalharam as mentiras que destruíram minha mãe, tudo sob o pretexto da minha "inveja". Naquela vida, eu implorei, avisei sobre a tempestade e o deslizamento iminente, mas eles zombaram, chamando-me de dramática, de invejosa. Desta vez, eu não cometeria o mesmo erro. Com a voz firme, sem o tremor da Sofia ingênua que eu fui, disse: "Pensem o que quiserem. Eu não vou esperar, quem quiser vir, venha agora, o ônibus que vai pelo caminho alternativo sai em cinco minutos", e comecei a andar, sem olhar para trás, deixando-os entregues a si mesmos e ao destino sombrio que os aguardava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10