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A Dor da Desilusão

Capítulo 4 

Palavras: 664    |    Lançado em: 08/07/2025

ma névoa vermelha que a consumia. No hospital público, o caos era a no

stava de pé, o rosto contorcido de preocupação. Mas não era para ela. Ao lado dele, sentada em uma

. "Aquele motorista de aplica

ferecendo-lhe água. "Calma, meu bem, va

esca. Ela estava ali, sangrando, perdendo o filho dele, e ele estava a poucos metros de distância, cuidando

iu o estado de Maria e s

ra! Você est

urrada às pressas por um corredor, as luzes do teto passando como borrões. A última coisa que ela ou

uído por um leve aroma de lírios. O quarto era espaçoso, luxuoso, com lençó

rosto de sua mãe estava inchado de tanto chorar. Seu pai, um homem que ela

e aconteceu?" s

rendo silenciosamente. Foi seu pai quem fa

. Um vizinho nos ligou. Nó

ou a mão instintivamente à sua ba

o medo se tornando certez

. João fechou os olhos co

querida," ele disse, a voz quebran

sua alma. A dor da perda era uma ferida física, um buraco negro que a consumia por d

rtante. Uma clareza aterrorizante. Ela olhou para o pai, João da Silva, o verdadeiro e

o se acendeu

. "O Pedro e aquela mulher. Eles tiraram meu fil

eração, o celular de Maria vibrava in

eteu? Precisamos conve

ão atende? Está

da sua parte. Assuma

sabia que ela quase morrera. Ele não

uco mais em pedra. Ela não respondia. Apenas deixava o ódio crescer, se so

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A Dor da Desilusão
A Dor da Desilusão
“A pequena linha azul no teste de gravidez transformou Maria da Silva, uma designer promissora, na mulher mais feliz do mundo. Ela imaginava o brilho nos olhos de Pedro, seu marido, o homem que ela tanto ajudou a construir um sonho, ao saber da notícia. Mas uma notificação no Instagram a jogou em um abismo: uma foto de Pedro abraçado a outra mulher, linda e sofisticada. A legenda era um soco no estômago: "Com meu amor, celebrando o futuro. #poder #sucesso". Pedro chegou em casa e confirmou o horror: a mulher, Sofia Costa, era filha de um fazendeiro de café milionário, a "salvação" da empresa falida deles. "É sobre futuro, sobre status. É algo que você não pode me dar. Eu quero o divórcio", ele disse, frio. A alma de Maria se partiu em "divórcio". Mas a frieza de Pedro, ao revelar que sabia da gravidez, foi ainda mais brutal: "Você fica aqui, tem nosso filho. Ninguém precisa saber. Eu continuo com a Sofia e sustento vocês. É a melhor solução." A oferta era uma humilhação tão profunda que a tristeza virou fúria, e a mão de Maria encontrou o rosto dele. "Seu monstro!" ela gritou, jogando o teste nele, "Aqui está a sua 'melhor solução'!" Ele riu, jogou os papéis do divórcio e forçou a assinatura dela, empurrando-a contra a mesa e causando uma dor lancinante. O sangue que escorreu por suas pernas não deixou dúvidas: ela havia perdido o filho. No hospital, ela viu Pedro consolando Sofia por um arranhão, enquanto ela própria sangrava até quase a morte, e a solidão a esmagou. Seus pais a resgataram, mas era tarde: "Não puderam salvá-lo, minha querida", disse seu pai. Mas das cinzas da dor, um novo fogo se acendeu: "Eles vão pagar", ela sussurrou ao pai, o verdadeiro e poderoso fazendeiro de café, o João da Silva, cujo nome Sofia havia roubado. Duas semanas depois, Maria ligou para Pedro, com a voz gélida: "Estou pronta para finalizar o divórcio." No cartório, o ventre liso de Maria fez Pedro acusá-la de ter se livrado do filho, mas ela não se abalou. Ela assinou os papéis enquanto Pedro e Sofia se apressavam para casar ao lado. Mas então, Maria viu, nos documentos de Sofia, o nome de seus próprios pais. "O que diabos aquilo significava?"”
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