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Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela

Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela

Autor: Loretta
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Capítulo 1 

Palavras: 1343    |    Lançado em: 22/08/2025

convulsionando, seu rosto um azul fantasmagórico. Eu estava de joelh

ara de fria indiferença, e me ofereceu uma escolha: c

calmada. Ele a chamava de sua "terapia", alegando que minha desobediência a perturbava. Eu o lembrei que Er

as eu concordei com o chicote, apenas pela medicação dele. A expressã

s olhos brilhando. "Você não escolhe quem leva a punição. Você só concorda

eu peito. Eu não podia ver, mas ouvi tudo: o estalo agudo do chicote, o baque surdo e doentio, o gemido su

ítu

a uma cadeira de metal, seu corpo convulsionando. Um tubo fino saía de uma máquina e entrava em seu braço, mas em vez de um remédio que salva

Alcântara, suas mãos agarrand

Pare com isso. Ele

destruída por horas

e fria indiferença. Ele ajeitou o paletó de seu terno perfe

a voz calma. "Eu posso. Mas v

de couro longo e fino. Ao lado, uma fotografia de Isabela Bastos, a mulh

te. "Ela sentiu que você não demonstrou remorso sufici

tar. "Então, você escolhe. Ou você leva cem chibatadas co

z de processar a crueldade. Este não podia ser o mesmo homem que uma

endo?", ela sussurro

u relógio caro. "Você sabe como isso funciona, Alina. Isabela é minha terapia

ixou ela me esbofetear até meu rosto ficar irreconhecível. Você já fez o sufi

e a dele, Alina. O tormento que eu sinto quando Isabela está descontente... você nã

briram com dificuldade. Ele viu sua

som fraco e gorgolejante. "N

r para o homem frio e insensível à sua frente. Ela se arrastou para ma

e tudo para mim. O que quer que ela queira

sua cabeça para trás. Seu couro cabeludo gritou em protest

ele disse, sua voz baixa e ameaçadora. "D

de Alina. Ela olhou para Ernesto, cuja respiração estava se tornando ma

ngasgou, as palavras com g

e um sussurro, um fragm

do as palavras a passarem pelo nó de terror em sua garganta. "Só...

stro desapareceu, substituído pelo homem amoroso que el

o vai ficar bem. Eu só precisava saber que você ain

e e familiar, uma cruel ilusão de segurança. E

lágrima de sua bochecha. Então seu sorriso desaparece

disse, sua voz caindo para um sussurr

o-se para os guardas qu

brilhando com uma luz terrível e escura. "Você não e

tadas por você. É mais apropriado, não acha? Você desobed

a e pegou o chicote. O couro

e Alina ge

ando correr para seu irmão, para

seus braços envolvendo sua cintura co

ito quente contra sua pele. "Eu não quero q

seus gritos contra sua camisa cara. Ele a segurou com força, u

ver, mas pod

o do chicote

o dele pousando no cor

focado de do

Baque.

o e de

a de agonia. Ela lutou contra o aperto de Caio, suas

ulo e soluçante em seus braços. O homem que a segurava, o homem que ela um dia amou m

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Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela
Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela
“Meu irmão mais novo, Ernesto, estava amarrado a uma cadeira de metal, convulsionando, seu rosto um azul fantasmagórico. Eu estava de joelhos, implorando a Caio Alcântara, o homem que um dia amei, para parar. Ele olhou para mim de cima, seu rosto bonito uma máscara de fria indiferença, e me ofereceu uma escolha: cem chibatadas para mim, ou Ernesto tomaria o meu lugar. Ele disse que Isabela, a mulher que era a minha cópia e por quem ele agora estava obcecado, precisava ser acalmada. Ele a chamava de sua "terapia", alegando que minha desobediência a perturbava. Eu o lembrei que Ernesto tinha fibrose cística, seu corpo já tão fraco, mas Caio zombou, dizendo que a dor dele era muito maior. Ernesto, mal consciente, sussurrou: "Não... não faça isso por mim." Mas eu concordei com o chicote, apenas pela medicação dele. A expressão de Caio se suavizou, me puxando para uma cruel ilusão de segurança. Então, seu sorriso desapareceu. "Você entendeu errado", ele sussurrou, seus olhos brilhando. "Você não escolhe quem leva a punição. Você só concorda com ela." Ele apontou para Ernesto. "Ele vai levar as chibatadas por você." Eu gritei, lutando para proteger meu irmão, mas Caio me segurou com força, pressionando meu rosto contra seu peito. Eu não podia ver, mas ouvi tudo: o estalo agudo do chicote, o baque surdo e doentio, o gemido sufocado de Ernesto. De novo e de novo. O homem que eu amava era um monstro, encontrando prazer na minha dor.”
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