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Das Cinzas ao Altar: Sua Vingança

Capítulo 5 

Palavras: 1929    |    Lançado em: 26/11/2025

Vista d

cário da minha mãe, agora no pescoço de Anita, parecia uma marca em brasa na minha própria pele. Observei-a se exibir, seu sorriso presunçoso, e senti uma raiva silenciosa e fervente co

teu palmas, sua voz ecoando pelo salão de festas. "E agora", ela anunciou, "para uma aprese

nha. Uma premonição. Uma sensação de pavor, fria e aguda, perfurando a concha entorpecida

Anita, dos sócios de Heitor, todos desejando-lhe felicidades. Então, a

rosto. Meu corpo. Distorcido, photoshopado, grotesco. Minha respiração ficou presa na gar

o não é real. Isso é impossível.* Minha mente gritava, tentando rejeit

ua, quebrando o silêncio chocado no sal

Se expor assim!" Seus olhos, arregalados de falso choque, se voltaram para Heitor, depois de volt

aiva tão feroz que tinha gosto de ferro. "Você colocou e

usa! Eu? Eu nunca! Você está apenas tentando desviar a

lquer coisa para parar as imagens horríveis. Meus dedos arranharam a superfície em b

desprovida de qualquer calor. "Isso é verdade? São... suas?" Ele olhou para mim como se eu fosse uma estranha, um

ando de desespero. Meu coração estava se partindo, não apenas p

la era uma alpinista social." "Pobre Heitor, que vagabunda ele casou." Seus olhos julgadores eram lanças, me perfurando

eu gargalo, o vidro frio uma âncora súbita em meu mundo giratório. Com um grito primitivo, eu a balancei, não na tel

rrafa quebrada, suas bordas irregulares brilhando perigosamente, e cambaleei

a voz um grunhido gutural.

de vidro voaram, fazendo os convidados se espalharem, gritando. Anita gritou, um som agu

e matar!", ela lamentou, ent

os meus. "Saia, Helena! Saia agora!", ele rugiu, prote

nho provas! Provas de que ela te manipulou, provas de que ela orquestrou tudo isso! Vou expô-la!

." "E se for falso?" Mas antes que qualquer dúvida pudesse realmente se enraizar, um estrondo aterrorizante encheu o salão

ânico explodiu. Os convidados correram, grita

e longe dela, sua louca!", ele gritou, seus olhos apenas em Anita. Ele

ma de mim, o maior lustre, uma monstruosidade brilhante de vidro e

. Minha visão nadou, salpicada de preto. Senti o gosto de sangue, metálico e quente. Tentei me mover, mas meu corp

m dormentes, mas cada terminação nervosa gritava. Eu podia ouvir a voz de He

ão. Mas... a Helena..." A voz de An

ada pelas luzes de emergência. "Heitor", sussurrei, minha voz mal audível, "Me ajude. Por favor. E

por Anita. "Veja, Helena? É isso que acontece quando você me desafia. Quando você c

tá quebrada", gemi, uma nov

te se levantou, puxando uma Anita choramingando para frente. "Minha noiv

claramente a gravidade dos meus ferimentos. Um se ajoelhou ao meu lado, seu rosto so

á bem. Atendam minha noiva! A família dela é influente. H

tantemente ajudaram Anita a subir em uma maca. Enquanto a levavam para longe de mim, An

har frio e indiferente de Heitor, observando-os levar Anita embora, ignorando-me completamente, dei

. Desta vez, eu estava sozinha. Sem Heitor. Sem Anita. Apenas a dor surda em meu corpo e a do

eda enrolado em seu corpo. Seus olhos brilhavam com alegria maliciosa. "Ora, ora, ora", el

anco. Meu coração nem sequer acelerou. Nã

ade?" Ela riu, um som cruel e zombeteiro. "Ele nem te visitou. Nenhuma vez. Ele está muito ocupado m

uma substituta, Anita. Uma imitação barata. Ele não te ama.

a! Sua vagabunda imunda! Você não tem nada! Nenhuma família! Nenhuma carreira! Ninguém te ama! É por is

Este pedaço de lixo barato! Não vale nada! Assim como você!" Ela o arremessou contra a parede, a

a dor lancinante em minha perna, saindo da cama, minha cabeça enfaixada latejando. Caí de joelhos em meio aos cacos de vidro e fragm

Patética! Chorando por um pedaço de metal sem valor! Ass

r, o desespero. Endireitei-me, meus olhos ardendo, e sem pensar duas vezes, balan

m, depois se encheram de um ódio venenoso. "Sua vadia! Você me bateu! Vou c

baixa e perigosa. "Conte a ele. C

ita no chão, segurando sua bochecha avermelhada, eu de joelhos em meio aos restos estilhaçados do relicário

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Das Cinzas ao Altar: Sua Vingança
Das Cinzas ao Altar: Sua Vingança
“Minha mãe foi morta em um atropelamento e fuga. Meu marido, Heitor, me disse para abandonar a investigação. Então meu pai morreu porque Heitor congelou meus bens, recusando-se a pagar por sua cirurgia de emergência. "Minha mãe foi assassinada!", gritei para ele. "Você quer que eu simplesmente... esqueça isso?" Ele me disse que sabia quem era o motorista e ameaçou acabar com a minha vida se eu não parasse. Ele usou seu poder para destruir minha carreira, me humilhar publicamente e até me jogou em um porão cheio de aranhas venenosas, me deixando para morrer. O golpe final veio quando ele me forçou a mentir em uma transmissão ao vivo no túmulo da minha mãe, confessando crimes que não cometi. Enquanto eu desabava, ele mandou seus homens espalharem as cinzas dela na lama. Eu perdi tudo. Minha família, minha dignidade, minha verdade. Eles pensaram que tinham me quebrado. Estavam enganados. Enquanto eu embarcava em um voo saindo de São Paulo, apertei o botão 'Transmitir ao Vivo' em uma live global. "Meu nome é Helena Almeida", comecei, com a voz firme. "E estou aqui para contar tudo."”
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