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MINHA PEQUENA REDENÇÃO: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ, BASTA QUERER! E-BOOK 1.

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Capítulo 1 PRÓLOGO: A COLISÃO ENTRE A FUGA E A BRUTALIDADE

Palavras: 2671    |    Lançado em: 27/11/2025

ÃO ENTRE A FUGA

já se despedia, deixando um ar géli

as pessoas, era uma perfeita noite para o conforto, para o calor da lare

umas pessoas, essa noite perfeita era apenas o palco de u

pavor que a consumia era uma febre géli

própria vida fosse um fio tênue dependendo de sua rapidez e agilid

eu traje era patético para o rigor do clima: uma camiseta regata fina e uma calça mole

da, mas ela não podia parar. Corria pelas ruas escuras, onde as sombras se alongavam e pa

ovamente em suas mãos. Ela não aceitava aquele destino que haviam t

qualquer coisa, mas jamais se subm

próximo dali, em um galpão abandonado, desenrolava-se um acontecimento bem

ibundo que mal escapava dos lábios daquele h

a velha, os pulsos e tornoze

l sob as camadas de dor e sujeira, não era a

oi ele mesmo quem deixou o rosto daquele homem, quase desfigurado! A boca, inchada e

norme hematoma acima da sobrancelha e um grande corte, que descia quase chegando ao seu olho, era mais um resultado das violentas surras

sua presença imponente e terrivelmente temida, perguntou ao homem,

eto que prometia mais dor e se virou, voltando-se

, o homem sentiu o terror tomar c

chuque mais! - Mais uma vez, o homem pediu clemência, a súplica se mistura

metros de distância do rosto do homem amarrado. A proximidade era uma ameaça. - Você teve a prova que não pode fugir de mim, Baltazar. Te encontrarei no inferno se for preciso. - Disse ele e, o homem aprisionado, Baltazar, sentiu seus ossos tremerem, porque, pelo olhar assustador do Kaleb, ele sabia que era verdade, não

tra as amarras, tentando escapar, o pânico em seus ol

um outro homem que estava ao fundo, quase

na cadeira. Mesmo amarrado, Baltazar tentava se soltar, se debatendo e gritando, mas era tudo em vão

ate, arrancou o dedo indicador da mão direita do homem amarrad

a dissonante na noite, mas ninguém iria ajudá-lo! Aquele galpão era usado semp

abólico nos lábios, uma expressão de satisfação sombria. - Esse foi só um lembrete. - Disse e

, tomado pela dor tão terrível de ter seu dedo arrancado daquela maneira horrenda. As lágrim

ando profundamente nos olhos daquele homem, reforçando a ameaça final. - Agora pode ir e lembre-se...

spero até a saída, sem ousar olhar para trás. Deixou um rastro de sangue da su

cott comentou, rindo, com uma satisfação cúmplice

as mesmas simetrias corporais do amigo, Kaleb. A única diferença era, um ser

e poderia fugir da gente! - Kaleb comentou, achando uma idiotice o que o homem fez, uma afronta imperdoável. - Vai carregar esse peso pelo r

oso, lançando um olhar de aprovação para o dedo do ho

sua ferramenta de trabalho. Pegou a bolsa ao lado na mesa, colocando sua

egócios, por uns dois quarteirões até próxi

corpo do Kaleb, um impacto que o pegou de surpresa e que o

eagiu instintivamente e segurou o co

eb começou a repreender, a irritação

do, sua voz um sussurro desesperado, se segurando mais forte ao

para a garota, ele ficou sem reação. Ele já havia torturado tantos homens, até

la estranheza da situação, mas nem mesmo teve tempo para uma resposta,

ido e treinado, para proteger o amigo e a si mesmo. Não sabiam

nunca pensou em encontrar com eles, ainda mais, naquela situação! Kaleb er

Ela se mantinha com o rosto escondido em meio a sua camisa e

apontando sua arma para o homem que chegou correndo

ostura de rendição. - Senhor Kaleb, se puder me entregar a garota, eu já vou indo. - Pediu ele,

aquela garota se segurar a ele como fosse seu porto seguro, uma ironia cruel, justo ele, que despertava os

hematoma recente e um pequeno corte no lábio. E, acima de tudo, aqueles olhos verdes, tão expressivos, tão amedrontados. Dessa vez não er

omem, Kaleb queria uma resposta. Ele exigia

, amedrontado, mas tentando impor alguma autoridade, afinal d

ador. A frieza de sua voz se intensificou, tingida por uma raiva in

ndo. - Ela fugiu de mim e preciso levá-la de volta. - Disse ele, mantendo-se afa

stada e tentou correr, mas o Kaleb segurou seu p

rota com uma convicção que a tranquilizou. Ela ficou

homem com raiva, ao ouvir a

convicção absoluta. A decisão estav

is e

rou na conversa, falando com o homem, em tom

ndo a deixar a garota ali. A ganâ

ndo ela com você? - Pergunto

e sabia que era pelo frio, a exposição a tinha castigado, mas também sabia que

qui mesmo, morto! - Kaleb falou, sem muita paciência. A

do de onde veio. Ele pensava que, por agora, devia deixar as coisas se acalmarem, mas tarde, daria um jeito de pe

o a mão até as costas da garota, num gesto su

bitamente, sentiu o corpo dela ficar mole em seus braços. Antes que

ejou, a preocupação em seu tom, vend

seu lado, guardando a arma na cint

lça. - Scott falou, dando uma leve analisada na garota. - Ela está

do fazer, tirar a própria vida, um ato de desespero máximo, mas Kaleb não iria deixá-la fazer algo tão irresponsável. Ele iria

ar lá em casa, em cinco minutos. - Kaleb falou

rota tinha, mas devia ao menos ter uns vinte anos, mas seu peso par

tão tarde da noite, pois as ordens do Kaleb eram lei. Enquanto, Kaleb caminhava r

a primeira história aqui e se estiverem gostando, me segue no i.

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MINHA PEQUENA REDENÇÃO: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ, BASTA QUERER! E-BOOK 1.
MINHA PEQUENA REDENÇÃO: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ, BASTA QUERER! E-BOOK 1.
“PRIMEIRO LIVRO DA SÉRIE. SINOPSE: Kaleb: O próprio nome evocava uma sensação de gelo cortante. Era um homem talhado pela adversidade, uma fortaleza erguida sobre ruínas de dor. Sua aura era de um frio impenetrável, cada traço de seu rosto, cada linha de seu corpo, parecia desenhado para repelir qualquer calor humano. O sabor da vida, para ele, era amargo, uma bebida indigesta que ele absorvia dia após dia. O conceito de sentimentos havia sido arrancado de sua alma há muito tempo, deixando um vazio onde antes poderia ter existido ternura. Ele era a personificação da desilusão. Em um contraste vívido e quase irônico, surge Celina. Uma jovem cujo sorriso era o próprio sol da manhã. Ela era a delicadeza em pessoa, exalando uma meiguice inata que acalmava o ambiente ao seu redor. Sua gentileza não era forçada, mas sim uma fonte que fluía naturalmente de seu interior. Era doce, com a leveza de uma brilha de mel, e seu coração era um santuário para a crença mais antiga e poderosa: ela acreditava no amor. Para Celina, o mundo, apesar de suas sombras, ainda guardava a promessa de um final feliz. Duas pessoas completamente diferentes. A escuridão e a luz. O cinismo e a esperança. Pareciam órbitas distintas, fadadas a jamais se cruzar. No entanto, o universo tem seus próprios roteiros. Em uma noite que começou como qualquer outra, o destino, com sua mão invisível e implacável, teceu uma trama inesperada e os uniu. Não foi um encontro romântico, mas sim um choque de mundos, uma faísca acesa no limiar entre a necessidade e o desespero. E desse encontro explosivo, nasceu um acordo. Uma pacto frio e pragmático, ditado pelas circunstâncias e aceito com reservas por ambos. Um mero contrato, aparentemente. Mas esse acordo tinha o poder de um elo inquebrável, pois ele ligou a vida desses dois para sempre, amarrando a frieza do Kaleb à doçura da Celina. Kaleb carregava um fardo pesado. Um passado que o assombrava com ecos de dor e perda, que o havia ensinado a se proteger, a construir muros intransponíveis. Ele tinha um medo quase físico de se envolver, de permitir que a vulnerabilidade se instalasse novamente em sua vida. O risco de ser ferido era maior do que a promessa de felicidade. Mas a convivência forçada com a Celina começou a operar uma fissura na sua armadura. O que fazer quando o coração fala mais alto que a razão, que o medo autoimposto? Os gestos simples, a inocência cativante, a luz pura da Celina eram um veneno lento, mas irresistível, para o seu cinismo. Ele percebia, com pavor e fascínio, que o gelo em seu peito estava começando a derreter. Não havia como fugir. Ele tentava se afastar, mas era puxado de volta por uma força gravitacional emocional que ele jamais havia experimentado. O sentimento que nascia era tão puro e verdadeiro que desarmava todas as suas defesas. Agora, o desafio era unicamente dele. Kaleb precisa ser forte, não no sentido de endurecer, mas no sentido de ter a coragem de ser vulnerável. Ele precisava fazer as pazes com seu passado, entendê-lo, perdoá-lo, e finalmente, deixá-lo para trás. Somente assim ele poderia se abrir para a possibilidade de um futuro que ele nunca ousou sonhar, um futuro ao lado daquela que se tornara sua pequena redenção. A verdade universal se impõe: O AMOR PODE MUDAR VOCÊ. Não é uma transformação mágica, mas um ato de vontade profunda. BASTA QUERER abrir a porta, aceitar a luz e permitir que a doçura cure as feridas amargas. O destino os uniu; agora cabe a eles escolherem o amor.”