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ent
e deu flores. Depois,
e tentou pintar, cheiro doce demais para combinar com a tensão que eu sentia no ar desde cedo,
sempre me desmontavam, e colocou o buquê nos meu
ça, apertando as fl
precis
proximou e encostou a tes
reditei. Acreditei co
única coisa certa num mundo cheio de decisões erradas. Ele falava baixo quando estava sério, e quando me chamava de mia bella, eu
me apresentou
me levou àquela casa enorme com cheiro de vinho,
ação se abriu pela última vez. Eu queria tanto aq
me olhavam como se eu fosse um detalhe que ainda não decidiram se incomoda ou diverte. Mas Gio
fic
mpre
beijou na testa, com
ai. - falou, ajeitando a manga do pale
estranhei.
pelos meus cabelos, carinhoso de
r
caía nes
o buquê até o quarto de hóspedes onde eu ficava quando passava a noite na casa deles. Era bonito. Gr
e tentei relaxar. Tirei os sap
pir
tia... medo. Um medo sem forma, sem rosto. Um medo que não vinha de uma ameaça diret
ta, só para ter certeza
a maçaneta, e
novo. Ma
a
o deu um s
, batendo de leve. -
ênc
a vez, agora
! Para de
silê
subiu pela
oretti brincavam com tranca e chave. Algo pesado demais pairava naquele co
ia um
sse para o jardim; era uma janela alta, mais decorativa do que útil. O ce
si
tos cegos. Pessoas rica
mim mesma, como se minha voz fosse ca
o ouvido
nalmente, o
vo
conversas que acontecem quando a
da mais, prende
vanni. - disse uma voz mais velha
como ele falou meu nome logo depois me fez
ugir um centímetr
la
u
ômago r
mais fria, mais impaciente. Um dos irmãos? Talvez o
ta
dentro de mim
s. Em "acidentes" e "desaparecimentos" que todo mundo entendia sem precisar p
do ali me deu vontade de vomitar. - Vinte e dois. Sem li
bater tão forte que eu
om naturalidade, como quem comenta sobre
u dos meu
ar com tanta força
rg
ma parte de mim que eu controlava num mundo em que quase t
aixa surgiu
disse - Isso vai facili
i na parede p
o
iva. Era choque. Era aquela sensação de estar olhando para o
Giovanni continuou. - Eu cuidei dis
como se fo
osse um anim
mais próximo
e vem? - algu
uase gritei. - Mais tarde. Eles vão
par
sorriso. O be
partir para cima dele. Queria arranhar o rosto bonito que eu tantas veze
coisa que a raiva
de sobr
e afastou pe
uma clareza cruel:
alto, mas a janela... a janela tinha uma trava simples. Corri até
meu rosto, e foi como se o mund
eu vi uma varanda lateral, uns dois metros abaixo, com uma cobert
sse, eu seri
o que isso
os suavam. O coração gritava para eu ser c
rei uma
tão
l, mas havia uma viga metálica n
oz de Giovanni, mais perto,
ongelei com metade do corpo para fora. -
vi
era
o pag
Uma moeda.
tanta força que sen
m as pernas ameaçando falh
al cedeu um pouco, mas não quebrou. Eu me movi devagar, como um animal ac
nte tocaram a grama, eu
as
o instante, ao long
randes, silenciosos,
com o corpo in
tinham
egava sem perceber o buquê que Giovann
lharam como sang
eu c
Sem dinheir
rteza queiman
... eu não voltaria a
de de alguém que eu
a vez na vida, tentar fugir a
braço na escuridão, eu soube que e
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