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A Imperatriz que Sepulta Seu Passado

Capítulo 3 

Palavras: 1612    |    Lançado em: 08/12/2025

ê-lo projetado. A recepção, antes uma visão familiar, agora era ocupada por um rosto

hora marcada? - perguntou e

stável. - Sou Cíntia Ferraz.

ções. Meu status como "a esposa" sempre foi nebuloso, um título que Alexandre raramente exibia. Minha

fone, o olhar ai

az está aqui para

maquiagem impecável um contraste gritante com sua aparência desgrenhada de ontem. S

lsa preocupação. - Que surpresa! O Alexandre ainda não chego

ênfase deliberada, uma afirma

me sentia uma intrusa, um fantasma assombrando os corredores do meu próprio passado. Cada canto, cada elemento de design, sussurrava sobre as noites sem dormir que despejei neste lugar, os sonhos que compartilhei

empurrando a porta pesada

presunçosa de sua vitória. Mas ela simplesmente sorriu, uma curva

caro ao lado do teclado, e uma pequena vela perfumada, ainda quente, perfumava o ar com uma fragrância doce e enjoativa. Aquilo não era apenas um escritório; era um santuário, um espaço

não mais velho que cinco anos, com o cabelo escuro e os olhos travessos de Alexandre

página um instantâneo da infância: primeiros passos, festas de aniversário, peças da escola. E em quase todas as fotos, lá

itamente posados, uma imagem de felicidade doméstica. Meu mundo, já despedaçado, estilhaç

gentil, cortou o silêncio. Ela estava ao meu lado, segurando uma canec

depois continuou, a voz

. Ele pensou que eu fosse você. - Ela fez uma pausa, deixando as palavras pairarem no ar. - Ele ficou tão envergonhado na manhã seguinte. Ordenou que eu ficasse quieta. Mas depois

. Ela não era uma réplica exata, mas havia uma semelhança impressionante. Eu estava olhando para uma versã

eus lábios. Um som seco e sem h

fria, desprovida de emoção. - A dublê convenie

ilou por um momento,

m novo começo. Ele me comprou aquele colar, sabe - ela gesticulou para o pingente de diamante brilhante em sua garganta. - E me promet

não sentia nada além de gelo. Olhei para as fotos novamente, depois de volta para o rosto presunço

no chão, puxando o cabelo dramaticamente, seus soluços transformando-se em lamentos torturados. Ela até conseguiu dar

s de grife em uma mão, um sorriso suave e amoroso no rosto. Seus olhos, geralmente tão afiados, es

rando, e eu de pé sobre ela, meu rosto uma máscara de fúria fr

para o lado de Bia, puxando-a para seus braços, ignorando-me com

to dele, a voz aba

i acalmá-la, mas ela simplesmente... ela simplesmente jogou chá quen

curto e agudo

vantei a foto da família, minha mão tremendo levemente. - O q

foto, depois de volta para Bia, que a

o que parece.

gunda vida, uma segunda família, nas sombras, enquanto eu estava ao seu lado. Entendo que você permitiu que

dele e

isso que você está aqui, me chantageando? -

passo mais perto, meus olhos flamejando. - Você me prometeu uma família, Alexandre. Você me prometeu uma vida inteira. E então me disse... me disse que eu não

aram, uma pitada d

. Não toque n

rri, Alexandre! Trabalhando até ficar doente pela sua empresa, sofrendo uma hemorragia gástrica, perdendo minha chance de ser m

o se tivesse l

Vou consertar as coisas. Mas não se

ostar um dedo neles. Mas vou pegar o que é meu. Cada centavo do que me é devido. Começando com o divór

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A Imperatriz que Sepulta Seu Passado
A Imperatriz que Sepulta Seu Passado
“Sacrifiquei meu ventre e minha juventude para construir o império arquitetônico de Alexandre nas sombras. Ele me retribuiu trazendo sua amante, Bia, para me incriminar por plágio e destruir minha reputação. Quando meu pai sofreu um infarto fulminante, Bia usou sua influência para bloquear a cirurgia que salvaria sua vida. Alexandre manteve a vida do meu pai moribundo como refém, forçando-me a ficar de joelhos diante da mulher que me arruinou. - Peça desculpas a ela, Cíntia - ele ordenou. - Ou eu mando desligar os aparelhos. Eu implorei. Raspei o que restava da minha dignidade do chão. Mas eles deixaram meu pai morrer de qualquer maneira. Descartada e humilhada, desapareci em um acidente de avião, deixando apenas uma aliança de casamento em um aterro sanitário. Anos depois, em uma cúpula global, Alexandre assistiu sua empresa desmoronar sob os ataques de um novo e implacável rival. Ele agarrou a mulher no vestido esmeralda, as mãos trêmulas ao reconhecer os olhos que pensava terem desaparecido para sempre. - Cíntia? Você está viva? Sorri, fria como o gelo. - A Sra. Ferraz morreu, Alexandre. Eu sou aquela que vai te enterrar.”
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