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A Imperatriz que Sepulta Seu Passado

Capítulo 6 

Palavras: 970    |    Lançado em: 08/12/2025

ada na porta, o rosto inexpressivo, os olhos frios e distantes. Ele olhou

do falsa simpatia. - Cinquenta mil reais. É mais do que justo, considerando... - ela deixou a

dinheiro que economizei meticulosamente trabalhando em bicos por anos, o dinheiro que despejei na incipiente imobiliária dele sem pensar duas vezes. Era tudo o que eu ti

brilharam com

s é melhor do que nada, não é? Afinal, você não contribuiu muito para a empresa, contribuiu? Apenas ap

ferir, apenas confirmaram o que eu já sabia. Ela estava se deleitando com sua vitória, aquecendo-

ria que esse pesadelo acabasse. Queria

mento, ela deliberadamente o soltou, deixando a petição de divórcio flutuar até o

dos com falso arrependimento. - Que desajeitada eu sou! Sinto muito, Cíntia

a, imediatamente deu um passo à frente. Ajoelhou-

machucou? - Ele nem olhou para

nto amassado. Alisei os vincos, meus dedos traçando as palavras fri

a. Nossa casa. Mas não era mais minha. No momento em que entrei na garagem, eu vi. Caixas.

ha antiga da minha avó - tudo sumariamente expulso da vida que um dia compartilhei. Empurrei a porta

evero que eu nunca tinha visto antes, abri

? - perguntou

sapego tomando conta de mim. - A... ex-esposa. Só vim ve

rriso desdenhoso

rias estavam na calçada. Não queria entulhando o lugar para a nova patroa. - Ela bateu

as contribuições, meu amor, minha própria existência, reduzidos a nada. Virei-me, meus olhos examinando a triste pilha de

ilidosas na construção, eram desajeitadas com as peças delicadas, mas seus olhos estavam cheios de uma determinação feroz. "Isso vai te lembrar", ele disse, a vo

ituída por uma discórdia dura. A riqueza cresceu, mas a presença dele, o amor dele, as promessas dele, diminuíram a nada, com

ia me obrigar a tocar naqueles restos, naquelas lembranças dolorosas de um amor que virou cinzas. Abaixei o telefone, o olhar fixo no sino dos ventos quebrado, depois, lenta e deliberadamente, virei as costas e fui

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A Imperatriz que Sepulta Seu Passado
A Imperatriz que Sepulta Seu Passado
“Sacrifiquei meu ventre e minha juventude para construir o império arquitetônico de Alexandre nas sombras. Ele me retribuiu trazendo sua amante, Bia, para me incriminar por plágio e destruir minha reputação. Quando meu pai sofreu um infarto fulminante, Bia usou sua influência para bloquear a cirurgia que salvaria sua vida. Alexandre manteve a vida do meu pai moribundo como refém, forçando-me a ficar de joelhos diante da mulher que me arruinou. - Peça desculpas a ela, Cíntia - ele ordenou. - Ou eu mando desligar os aparelhos. Eu implorei. Raspei o que restava da minha dignidade do chão. Mas eles deixaram meu pai morrer de qualquer maneira. Descartada e humilhada, desapareci em um acidente de avião, deixando apenas uma aliança de casamento em um aterro sanitário. Anos depois, em uma cúpula global, Alexandre assistiu sua empresa desmoronar sob os ataques de um novo e implacável rival. Ele agarrou a mulher no vestido esmeralda, as mãos trêmulas ao reconhecer os olhos que pensava terem desaparecido para sempre. - Cíntia? Você está viva? Sorri, fria como o gelo. - A Sra. Ferraz morreu, Alexandre. Eu sou aquela que vai te enterrar.”
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