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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Capítulo 7 – RELACIONAMENTO CONTURBADO

Palavras: 1490    |    Lançado em: 17/12/2025

IVA DA S

ãe

l se desvencilhou do colo do avô, Christian

ei a cabeça dele contra o meu peito, sentind

errado comigo de inúmeras maneiras, mas pelo meno

ussurrei contra o

meu braço machucado, coberto com curativos e pendurad

lhar. "Tá tudo bem, meu amor." Apertei a cabeça dele contr

emprestada de uma enfermeira, e o arrepio q

" Sua voz estava abafada.

cha. "Eu sei que vai, meu amor." Meu menino forte e lindo era

da Leona cortou o momento. "Entrando n

olhar teria me feito pedir desculpas imediatamente, para provar que eu era digna. Mas agora, olhando da Leona para o Chris

tinha mudado alguma coisa em mim. Era como se um interruptor tivesse s

o por completo, e eu estava

ai se despedir dos seus avós, queri

ao lado do meu corpo, e ele se af

e Leona, como o carinho entre eles parecia tão natural. Em outra vida,

ça quase

os avós, peguei sua mão, saí

nas que machu

ada. Ele estava do lado do passageiro e eu observei enquanto el

u para ele com adoração, e ele a olhou com

meu estômago, mas novamente, não senti n

r causa

o olhando fixamente para o Kieran e a Celeste com os olhos es

el, então ele nunca a conheceu. Eu me perguntava se meu pai ou minha mãe tinh

oltou a mão da cintura dela. Uma expressão passou pelo rosto de Kieran, e eu provavelme

iz ao Kieran quando ele d

sa da Cele

mentiu. "Cl

niel. "Não, meu amor", menti, com uma voz animada,

deia de que ele se magoasse. Não importava o quão complicado era o meu relacionamento com o

laxaram. Ele acreditou

i a mão dele e o

ra o Kieran. Continuei andando, mas o peso do olhar de alguém queimav

*

puxando o edredom grosso sobre o meu

banho um tanto desajeitado e até colocou um prato de macarrão com queijo no micro-ondas. E

is uma

a de olhos meio brincalhona, deitou-se. Quase não dormíamos mais juntos na mes

estivesse viva, ele seria meu bebê e sempre teri

machucado ao redor da cintura del

ob meu queixo. "Não

passava o dedo distraidamente sobre o curativ

mm

o eu conseguir meu lobo, vo

chei os olhos com força para conter as l

inha mãe, a indiferença irritante do Kieran. Dez anos perdidos tentando conquistar o am

entã

entre nós. Braços fortes me levantando, a p

sobre meu o meu herói: "Ah, aquele Alfa? Ele te

e havia salvado muitos outros lobo

não se importavam com os fracos, especialmente considerando que eu nem o c

dia." Meus dedos passaram sobre os curativos no meu bra

*

i cedo na manhã seguinte. Dei uma risadinh

ei", murmurei. Ele estava grud

mo assim, me arrastei até a cozinha, peguei uma caixa de m

quando abri a porta, a risada morreu na minha garganta. Diante de mim, preenchendo todo o vão da porta com seus ombros largos, estava um homem que eu não conhecia. O que me deixou atônita, no entanto, foi a estranha e inexplicável sensação de familiaridade que senti ao vê-lo. Eu estreitei os olhos por causa do sol da manhã, que brilhava e obscurecia as feições dele. Como se no

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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
“"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."”