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De Esposa Submissa À Guerreira

Capítulo 2 

Palavras: 1185    |    Lançado em: 18/12/2025

la

eiros precisaria de tanto ritual? Eloá está completamente confusa com a comp

ge de sua arrogância, se recusou a aceitar quando descobriu. Era um choque para ele, o herdeiro

amor, estavam frios e calculistas. "Eu não a amo," ele disse, as palavras cortando o ar como lâminas. "

eu esperava. Mas, se é o que os anciãos querem, que seja. Você ficará comigo por três anos. Três longos anos. Após esse período, o

rigação. "Não espere nada além do essencial.

a chance de ascensão social que Vítor poderia involuntariamente proporcionar. Eu me agarra

o conglomerado, sobre as complexidades da política inter-clãs, sobre como navega

va meu progresso diariamente, testando meus conhecimentos, corrigindo meus erros. Eu via um vislumbre do homem que ele poderia ser,

unções, Vítor começou a se afastar. As verificações diárias se tornaram semanais, depois mensais. Eve

ã perfeita. Eu era a responsável por todos os eventos sociais da empresa,

utamente necessário. "Você não tem o sangue para isso, Karla," ele costu

vam em mim. Eu não queria envergonhar a si mesma, nem a Vítor, nem tampouco a minha comunid

o cardápio até a lista de convidados mais intrincada. Eu garantia que tudo fosse impecável, que cada evento fosse um sucesso

ara mim mesma. Para a comunidade que eu representava. Eu

o eu fu

oá está em prantos porque não consegue entender os símbolos antigos necessários para a

tava me culpando pelo que a incompetência de Eloá causou. Eu estava cansada. C

oderia dizer? Que ele nunca se importou em aprender os rituais, nem em me explicar a fundo?

nos de tentativas falhas de me fazer ente

ncestral. Não é algo que se aprende em um dia. Ou em uma semana. Ou em um mês. Eu os adaptei, na

esperava a subserviência, a Karla de sempre, pedindo desculpas por algo que não havia feito. Ele

e os últimos três anos. Morreu de vez quando ele exibiu Eloá como

recisava mais me explicar. Não precisa

de gelo, talvez ela não seja a pessoa certa para isso. Ou talvez

udácia de quem as proferia. Eu, a mulher humilde, ousando questionar as

ntorcido em fúria. A satisfação momentânea de ter quebra

ança de companheiros ainda estava ativa. Três dias. T

ma leve brisa vinda da janela aberta. Olhei para a pais

is. Não havia mai

ssos apressados. Pesados. Vítor. Ele

am em um sorriso amargo. Que venha a tem

no fim. E a minh

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De Esposa Submissa À Guerreira
De Esposa Submissa À Guerreira
“Por três anos, fui a esposa de contrato de Vítor Ramos, o homem que eu amava. Suportei sua frieza e desprezo, esperando que um dia ele finalmente me enxergasse. Mas na festa da nossa empresa, a apenas três dias do fim do nosso acordo, ele me humilhou publicamente ao apresentar sua nova namorada, Eloá. Ele não só exibiu seu novo romance, como me culpou quando sua amante não conseguiu entender os complexos rituais da nossa aliança de companheiros. "Olha o que você fez, Karla! Você a deixou em pânico!", ele gritou, enquanto Eloá fingia chorar em seus braços. Naquele instante, meu amor se transformou em um vazio gelado. Ele esperava que eu implorasse, mas encontrou apenas meu silêncio. Ele havia esquecido que nosso tempo juntos tinha um prazo de validade. Quando ele tentou me dar ordens uma última vez, eu o desafiei e saí. Agora, não sou mais a esposa submissa. Sou a caçadora que ele nunca soube que existia, e estou a caminho do campeonato que vai abalar seu mundo.”
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