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Enquadrado pelo Amor, Desencadeado pela Vingança

Capítulo 6 

Palavras: 748    |    Lançado em: 19/12/2025

sta de Hele

o deles. O triunfo deles. O amor distorcido deles. E eu cansei de ser a vítima. E

tentou, algumas vezes, falar sobre a faculdade, sobre seus planos. Eu o ignorei, meu olhar fixo na paisagem que

endi. O local cuidadosamente escolhido, a música romântica, a elegância silencios

lábios se torceram em um sorriso amargo e sem humor. Eles usaram Caio como isca, uma desculpa patética para me atrai

os estavam em mim, a convidada indesejada, o fantasma retornado do túmulo. Os sussurros começ

o falsa preocupação. "Entendemos que você está... desorientada. Deve ser avassalador, depois de todos esses anos." Seus olhos piscaram para Eduardo, depois de volta para mim, um aviso silencioso

já se passaram sete anos. É hora de seguir em frente. Todos nós seguimos. Por f

s olhos queimaram nos de Eduardo. Eu não estava falando apenas com ele. Estava falando

Ele sabia. Ou pelo men

em mim, o sorriso ainda no lugar, mas seus olhos continham uma ameaça fria e dura. "Helena, querida, agradecemos por

Caio merece um feliz aniversário? Depois de tudo?" Ele praticamente me implorou com

falar do que fazer quando o passado ainda estava respirand

ma esperança desesperada, lágrimas brotando em seus olhos. Ele puxou minha manga. "Mãe, por favor", ele choram

a ser de pedra, latejou com uma dor surda. Ele estava me pedindo para mentir, para me render, p

argo se espalhou pelo

tando o silêncio. "Você se lembra do d

olhos se estreitando, um flash de medo em suas profundezas. O murmúrio educado dos convidados cessou compl

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Enquadrado pelo Amor, Desencadeado pela Vingança
Enquadrado pelo Amor, Desencadeado pela Vingança
“Eu era uma advogada de patentes renomada até que meu marido e sua amante armaram para mim, destruíram minha carreira e me jogaram na prisão. Por sete anos, fui dada como morta, vivendo como um fantasma em um galpão. Então, eles me encontraram. Meu ex-marido, Eduardo, e nosso filho, Caio, apareceram, em choque total por me verem viva. Eles me atraíram para a festa de 18 anos do Caio, mas era tudo uma mentira. A festa era uma celebração surpresa de noivado para Eduardo e Selene, a mulher que arruinou a minha vida. Na frente de todos, Eduardo me disse para "seguir em frente". Meu próprio filho chegou a me implorar. "Mãe, por favor", ele chorou. "Só peça desculpas." Desculpas? Pelo quê? Por sobreviver ao acidente de carro que eles planejaram para me matar? Olhei para o garoto que um dia amei mais que a própria vida. No silêncio súbito do salão de festas, eu sorri e perguntei: "Caio, você se lembra da noite em que a Selene te pediu para cortar os pneus do meu carro?"”
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