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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre

Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre

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Capítulo 1 

Palavras: 2129    |    Lançado em: 24/12/2025

e minha irmã adotiva Bárbara me drogaram e ven

riminoso, e passei os três anos seguin

ro para comprar de volta o casarão da minha família. Mas Caio me encontrou

s a Bárbara pelos crimes que ela cometeu. Quando recu

doada para a "Fundação Fi

inha alma. Ele tirou a última peça tangível do

em pedaços, tateei em busca do meu celular. Hav

embargada. "Por favor. Preciso

ítu

stá v

nado baixo e perigoso que um dia teria me causado arrepios de excitação. Agora, apenas

rubou, ainda instável da minha última luta. Encarei seus olhos, um olhar duro

eu aperto se intensificando. Seus dedos cravaram na min

zombaria que eu não sabia que possuía três anos atrá

r. Ele me machucava, então sua consciência o picava, só um pouquinho.

genuíno. "Isso... isso não é você. Nós podemos consertar isso

, exatamente? Por existir?" Minha risada foi áspera, quebradiça. "Ou

te como você." Seu olhar varreu minhas roupas rasgadas, meu rosto machucado, a arena imunda e manchada de sangue ao nosso redor. Suas palavras eram um chicote, açoitanto minh

zava de verdade. Meu pai. Meu casarão. Meu legado. Cerrei os punhos, a vontade de revidar qua

uma fúria que eu lutava para manter enjaulada.

Lembra como era bom? Antes de toda essa bagunça. Antes de você jogar tudo fora."

m anel de diamante no meu dedo. Três anos atrás, ele era meu noivo, meu guardião, o homem

la girando, o mundo se dissolvendo em uma névoa. Então, o bloco de leilão. Meu corpo, exibido como um prêmio. Os rostos lascivos. A percepção doentia de que Caio, meu Caio, estava

quem m

ue me levou a incendiar aquele lugar amaldiçoado. As sirenes da polícia, as algemas, as manchetes me rotulando de "herde

dos pela comoção. Seus olhos me percorreram, famintos e desdenhosos. A vergonh

ma coisa frágil, facilmente ferida. "Você está fazendo uma cena, Clara", ele sibilou, sua voz mal audível

zão pela qual eu ainda estava aqui, lutando nessas arenas desgraçadas. Eu precisava de

xima luta. Uma figura gigantesca, o dobro do meu tamanho, flexionava os músculos, seu r

eado e roupas de grife um contraste gritante com a sujeira e o suor da arena. Seus

u para mim, um sorriso de escárnio brincando nos cantos de seus lábios antes que ela torcesse o rosto em uma

eu ainda pudesse ouvi-la. "Eu te disse, Caio. Ela é viciada na e

árbara está disposta a te perdoar. A deixar o passado para trás. Tudo o que você precisa fazer é s

, pela reputação que ela arruinou, pelos anos no inferno a que ela me condeno

va perigosa. "Não seja tola, Clara. Es

a. Ele era um monstro, mas eu era uma sobrevivente. O casarão d

, Caio? Tão ingrata. Bem, se ela quer lutar, deixe-a lutar. Eu já fiz minha aposta." Seus olho

sua mandíbula. Ele olhou de Bárbara para mim, depois de vol

perigosamente baixa, "você

, ou pelo inferno que vocês me fizeram passar", eu disse, minha voz

!", ele rugiu, sua voz ecoando pela arena. "Deixe-a

dedos. Meu coração batia forte, um tambor frenético contra minhas costelas.

ha. Meu treinamento entrou em ação, anos de brigas na prisão e lutas clandestinas. Eu me movi, uma sombra, tecendo através de seus golpes poderosos, des

isão embaçada. Ele seguiu com um chute violento no meu estômago, me dobrando ao meio. A dor explodiu no meu

minha forma sangrando, continham um brilho de algo que eu não conseguia decifrar. Medo? Ar

de Deus, apenas desista!"

. "Nunca." O casarão da minha família. Meus pa

ar. A luta acabou. Caio, com o rosto pálido, havia jogado a toalha. Ele entrou no ringue, se

ra gritou da lateral. "Ela poderia

remendo. Eu me afastei, meu corpo gritando em protesto. O último fio frágil de esperança, de qualquer a

ei, minha voz mal audível. "Eu ga

suplicante que eu nunca tinha visto antes. "Clara, por fav

roso. "Me ajudar? Você? Voc

ngue. Meu corpo doía, cada músculo gritando em protesto, mas eu tinha

ás de mim, mas eu continuei anda

tas de vaivém, uma voz, amplificada p

rgulho de anunciar a venda do histórico casarão da família Guedes! Tod

inha visão embaçou, o mundo girando em seu eixo. Ele não tirou apenas meu dinheiro; el

mim. Lágrimas, quentes e incontroláveis, escorriam pelo meu rosto machucad

me restava. Um cartão de visita desbotado, guardado por anos. Bruno Ros

suor, finalmente discaram o número.

uca e quebrada, "Por favor. Prec

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Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
Vendida, Armada, Agora Ela Está Livre
“No meu aniversário de 21 anos, meu noivo Caio e minha irmã adotiva Bárbara me drogaram e venderam minha primeira noite em um leilão secreto. Depois, me incriminaram por incêndio criminoso, e passei os três anos seguintes na prisão aprendendo a sobreviver. Após minha libertação, lutei em clubes clandestinos, sangrando pelo dinheiro para comprar de volta o casarão da minha família. Mas Caio me encontrou, me chamando de "vagabunda de rua" enquanto tentava me arrastar para casa. Ele me ofereceu uma "última chance" de pedir desculpas a Bárbara pelos crimes que ela cometeu. Quando recusei, ele anunciou publicamente a venda da minha casa. Toda a arrecadação seria doada para a "Fundação Filantrópica Bárbara Ricci". Ele não tirou apenas meu dinheiro; ele tirou minha alma. Ele tirou a última peça tangível dos meus pais, da minha identidade. Tudo se foi. Enquanto eu desabava no chão imundo, meu mundo em pedaços, tateei em busca do meu celular. Havia apenas um nome restante, uma última esperança. "Bruno", engasguei, com a voz embargada. "Por favor. Preciso da sua ajuda. Me tira daqui."”
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