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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia

Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia

Autor: Gavin
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Capítulo 1 

Palavras: 924    |    Lançado em: 04/01/2026

a da Máfia perfeita, tratando minha meia-irmã

oi exatamente

uma lua de mel. Ele me arrastou para

Não para me ajudar, m

om arsênico, observando com alegria doentia enquant

", ele debochou, rasgando minha pele e

a, engasgando com meu próprio sang

o continu

ando um peito que estav

mesa de cabeceira marc

que eu deveria assinar o contrato d

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ada, eu o assinei

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dos. Fiz uma mala com uma pis

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stilho",

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rasgando minha pele me acordou aos gritos,

fo e sangue seco. Arranhei meu peito, esperando encontrar o corte que Luc

misola grudava no meu c

no porão. Eu n

abeceira. A luz me cegou por um segundo

maio d

ãe. Cinco anos antes de Lucas Veiga, o homem com quem eu dev

esado, sufocante. Lá embaixo, eu sabia que meu pai provavelmente estava bebendo um uí

de creme e irrevogável. Um casamento arranjado com Lucas Veiga,

çava a cada segundo. O pavor da câmara de tortura estava desaparec

de volta tinha vinte e um anos, era linda e ingênua. Mas seus olhos era

o con

eita. Tentei ser gentil com Mila, a filha ilegítima do meu pai, mesmo qu

ndade m

fósforo. Usei o isqueiro que Lucas me deu de presente de

Ela dançou, fami

pel se curvou, ficando preto, depois cinza. Observei as cham

respiração profunda

Abri o cofre atrás do quadro da Virgem Maria - um cofre que meu pai ach

meu pas

ha de papel timbrado. Não escrevi um a

e dem

Era tudo o qu

a minha bolsa. Era uma peça decorativa, feita para uma dama, mas a

stava escuro. Movi-me como um fantasma, do jeito que aprendi a m

o. O ar da noite estava fr

trada de carros. Eu havia chamado o s

untou o motorista, seus olhos

eroporto"

dep

aneiro",

selva. E na selva, você não precisava d

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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
“Passei vinte e um anos tentando ser a Princesa da Máfia perfeita, tratando minha meia-irmã ilegítima, Mila, com nada além de gentileza. Essa bondade foi exatamente o que me matou. Meu marido, Lucas, não me levou para uma lua de mel. Ele me arrastou para o porão à prova de som da nossa mansão. Mila também estava lá. Não para me ajudar, mas para se vangloriar. Ela riu enquanto admitia ter envenenado nossa mãe com arsênico, observando com alegria doentia enquanto Lucas aproximava uma faca serrilhada do meu peito. "Você sempre foi boazinha demais, Sera", ele debochou, rasgando minha pele enquanto eu implorava por misericórdia. Eu morri naquela sala fria e escura, engasgando com meu próprio sangue e com o gosto amargo da traição. Mas eu não continuei morta. Acordei ofegante, agarrando um peito que estava liso e sem cicatrizes. O calendário na minha mesa de cabeceira marcava 12 de maio de 2018. Cinco anos atrás. A mesma manhã em que eu deveria assinar o contrato de casamento que selaria meu destino. Olhei para o papel sobre a penteadeira. Na minha vida passada, eu o assinei com a mão trêmula. Desta vez, abri meu Zippo de prata e observei as chamas devorarem o nome de Lucas. Eu não fiz uma mala com vestidos. Fiz uma mala com uma pistola e uma pilha de dinheiro. Eu estava indo para o Rio de Janeiro. Havia apenas um homem perigoso o suficiente para me ajudar a destruir as famílias de São Paulo. Entrei no clube de luta clandestino, cruzei o olhar com o homem mais letal da sala e sorri. "Dante Castilho", eu disse. "Estou aqui para fazer de você um Rei."”
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