A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
- O Banqu
s solares que capturavam a luz do meio-dia e a multiplicavam até que o ambiente se tornasse um forno de opulência e brilho insuportável. Para os nob
eça central. O banquete final não era para me alimentar, eu não tocava em comida sólida há três dias, parte da "purifi
, criando uma névoa nauseante. Abaixo de mim, mesas quilométricas transbordavam com iguarias que poderiam alimentar vilas inteiras do cintu
logo atrás de mim, fundida às sombras da tapeça
inda mais fundo na minha têmpora esquerda. Eu sentia um filete quente de suor de
ulho de risadas e talheres de prata silenc
ipe Kae
culpidas, ele era a personificação de tudo o que a Igreja pregava como perfeição. Seus cabelos eram claros como o sol da m
que machucava, como olhar
uma elegância predatória. Ele parou a poucos centímetros de mim. O cheiro dele era difer
superfície havia uma vibração de escárnio. - Você parece ainda mais fr
minimamente, o máximo
r servir ao
ue fez a Irmã Vesper prender a respiração, tocou uma das pontas afiadas da minha c
o que eu podia sentir o calor que emanava dele. - Diga-me, você realmente acredita que seu sangue
ele, buscando qualquer traço de humanidade,
vinho ao príncipe. No nervosismo de estar tão perto da "Noiva" e do herdeiro, su
ue se seguiu
s instantaneamente, o r
Por favor, a luz
do meus olhos, mantendo o sorriso gélido enquanto falav
para servir na luz. Leve-o para as masmorras externas. Talv
do dois guardas o agarraram pelos braços, arrastando-o para fora. O
ois, como se nada tivesse acontecido. Para eles, a vida d
para o meu queixo, forçando-me a encará-lo. - A luz é exigente. Ela não toler
relha em um gesto que, de longe, pareceria u
á morrendo por um mundo que nem sequer se lembrará do seu nome em uma seman
ele. Ele desceu para o salão, pegando uma taça de vinho e brindando ao nada, o c
Olhei para as centenas de bocas mastigand
E, pela primeira vez, eu senti que a escuridão que vinha do sul talvez não fosse o monstro que eu deveria