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A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard

Capítulo 2 O Banquete Final

Palavras: 1046    |    Lançado em: 19/01/2026

- O Banqu

s solares que capturavam a luz do meio-dia e a multiplicavam até que o ambiente se tornasse um forno de opulência e brilho insuportável. Para os nob

eça central. O banquete final não era para me alimentar, eu não tocava em comida sólida há três dias, parte da "purifi

, criando uma névoa nauseante. Abaixo de mim, mesas quilométricas transbordavam com iguarias que poderiam alimentar vilas inteiras do cintu

logo atrás de mim, fundida às sombras da tapeça

inda mais fundo na minha têmpora esquerda. Eu sentia um filete quente de suor de

ulho de risadas e talheres de prata silenc

ipe Kae

culpidas, ele era a personificação de tudo o que a Igreja pregava como perfeição. Seus cabelos eram claros como o sol da m

que machucava, como olhar

uma elegância predatória. Ele parou a poucos centímetros de mim. O cheiro dele era difer

superfície havia uma vibração de escárnio. - Você parece ainda mais fr

minimamente, o máximo

r servir ao

ue fez a Irmã Vesper prender a respiração, tocou uma das pontas afiadas da minha c

o que eu podia sentir o calor que emanava dele. - Diga-me, você realmente acredita que seu sangue

ele, buscando qualquer traço de humanidade,

vinho ao príncipe. No nervosismo de estar tão perto da "Noiva" e do herdeiro, su

ue se seguiu

s instantaneamente, o r

Por favor, a luz

do meus olhos, mantendo o sorriso gélido enquanto falav

para servir na luz. Leve-o para as masmorras externas. Talv

do dois guardas o agarraram pelos braços, arrastando-o para fora. O

ois, como se nada tivesse acontecido. Para eles, a vida d

para o meu queixo, forçando-me a encará-lo. - A luz é exigente. Ela não toler

relha em um gesto que, de longe, pareceria u

á morrendo por um mundo que nem sequer se lembrará do seu nome em uma seman

ele. Ele desceu para o salão, pegando uma taça de vinho e brindando ao nada, o c

Olhei para as centenas de bocas mastigand

E, pela primeira vez, eu senti que a escuridão que vinha do sul talvez não fosse o monstro que eu deveria

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A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
“Uma Tecelã sem visão, um Lobo sem matilha. Um mundo entre o Vazio e o Ferro. Em um reino onde a realidade é tecida por fios de energia invisíveis, a jovem Aurora nasceu na escuridão, mas destinada a ser a "Noiva da Alvorada". O que começou como uma jornada de autodescoberta e sobrevivência transformou-se em uma guerra divina que atravessou eras. Ao longo da história acompanhamos a evolução de uma órfã cega que se tornou a guardiã da Trama de Aethelgard. Ao seu lado, Caspian, o Rei Sombrio que se tornou capaz de assumir a forma de um colossal Lobo de Prata, deixou de ser só um protetor relutante para se tornar o coração da resistência. Juntos, eles enfrentam os inimigos que estão determinados a apagar a existência do mundo, apenas para descobrir que a vitória tinha um preço amargo. Agora, na conclusão desta jornada, o verdadeiro senhor das sombras despertou, Morgath, o Rei Bruxo, não quer o fim do mundo, ele quer a sua posse absoluta. Com suas Sete Torres de Ferro e seus exércitos de mortos, ele busca o que Aurora possui de mais precioso, o seu Sopro Final. Ele não quer apenas derrotá-la, ele quer transformá-la na Oitava Torre, usando sua luz para escravizar a eternidade. Das florestas de Valverde às profundezas das Bibliotecas de Pedra, "A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata" é o relato definitivo de uma aliança forjada no sangue e no amor. Uma história sobre como a esperança pode ser mais dura que o aço e como, mesmo na noite mais profunda, dois corações podem tecer o destino de todo um universo.”