A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
4 - A T
foi uma queda, f
amente, mas a luz cegante a que eu fora submetida toda a minha vida não estava lá para me receber. Em seu lugar, havia um
nstante, um peso que suava a pele e exauria a alma. Aqui, o ar era afiado. Ele entrava pe
é mais denso. Seus pulmões de sol precisam d
vibrante, vinda de algu
chão de pedra negra polida. O ambiente era uma estrutura circular, sem janelas, mas com aberturas no topo que revelavam um c
usava mais a armadura de fumaça. Vestia uma túnica escura, justa nos ombros largos, e o brilh
aiu rouca, um som fragmenta
u, sem olhar para mim. Ele segurava uma adaga, limpando-a
s pelas sombras, o rosto distorcido de Kael, a coroa de vidro estilhaçada. A raiva
car de pé, embora o mundo girasse. - Você dizimou a guarda
olhar era uma força física qu
sangrando porque seus "santos" a obrigaram a caminhar sobre rochas afiadas. Sua testa está marcada por um óleo que corrói a pele. V
pedra. - Minha morte teria um propósito! Eu salvaria o mundo! Você nos co
clinar a cabeça para trás, o que me irritava profundamente. O calor que
a de escravos. O seu Reino Solar é um parasita que se alimenta do medo de garotas como você para manter a aristocracia em seus tronos de ouro. Eu não a trouxe p
Vocês são os monstros das sombras! As escrituras dizem que vocês se alimentam de
amarga, um som que parec
ar, mas com uma firmeza que me impediu de fugir. Ele puxou m
da túnica
co. Forte, rítmico,
um pesadelo para você? Eu sangro como você. Eu sinto frio como você. A diferença é que eu não p-me a encarar a realidade do toque. A tensão entre nós era quas
mbora minha convicção estivesse vaci
sugiro que aprenda a ser uma também. Porque o seu Príncipe Kael não vai parar até ter você de
percepção aterrorizante de que, pela primeira vez em dezoito anos, não
disse, embora soubesse q
lo lá fora descalça e com esse vestido de seda. Se as sombras não te matarem em dez minutos, a solidão o fará. Mas, se
minha testa ainda ardia, mas o toque de Cas