A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
O Castelo d
s finas de mármore que pareciam suplicar pela atenção do céu, o castelo de Caspian era robusto, angular e parecia emergir da própria montanha. As paredes eram feitas de um vidro ne
sos e pelo crepitar ocasional de tochas que emanavam uma luz violeta fria.
para trás. - Minha gente não costuma recebe
ra pesado, saturado com o cheiro de metal, couro velho e o suor de soldados que não conheciam o luxo do descanso. No centro da
ravessava o olho esquerdo, tornando-o uma massa de tecido esbranquiçado. Sua armadura era f
- a voz do homem era um rosnado ba
entou, a voz neutra. - Vej
ço ao redor. Ele ignorou o rei e cravou o olho bom em mim. Foi com
eção, a mão descansando pesadamente no punho de uma espada larga. - Essa... coisa... é o motivo de
voltou com uma força renovada. Recuei, mas bati c
ua mão pousando no meu ombro. O toque era possessivo,
os de aço negro. O som do metal deslizando foi como um grito no silêncio. - Mate-a agora, Caspian. Acabe com o ciclo. Se Kael vier b
ste reino, você sabe disso. Nossas colheitas falham, nosso povo está enfraquecendo. O sangue real da Luz, quando misturado à nossa magia, pode
de morte do General. Eu não passava de uma troca
nto que eu podia sentir o cheirola, Caspian! Ela nos olha como se fôssemos demônios. No momento em
que se ela tentar, eu mesmo cortarei sua garganta. Mas, até lá, ela está sob minha proteção. Se você
era palpável, uma promessa de que ele estaria observan
, meu Rei e o fogo da Luz co
ados ecoando como tambores de guerra. O silêncio que fi
mim, seus olhos cinz
único que quer ver seu fim. Para o meu povo,
gnação. - Eu sou apenas a "chave"? A ferramenta que va
ndo o espaço entre nós até que eu pudes
reino de se tornar um cemitério gelado. Tente não morrer, seri
o. Eu estava cercada por inimigos, protegida por um homem que me
era mais a garota do convento. A faísca de raiva que Caspian acendera em mim era a única luz que eu