A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard
3 - O S
um lugar onde o ar era tão rarefeito que cada respiração parecia um esforço de vontade. Eu não estava mais em uma carruagem. Eu caminhava, descalça,
icos em uma língua morta. Na frente, o Príncipe Kael liderava montado em um gara
mos ao cume, o mundo pa
onhecia, o Reino Solar, banhad
ta, o a
orciam, um oceano de escuridão absoluta que engolia a luz a poucos metros de distância.
ael ecoou, desprovida de qualquer emo
da até a
suspensos sobre o nada. A
e obsidiana. O plano era simples, um corte em cada pulso, o sangue vertido no abismo para
vive - recitou Vespe
esperei pela dor do a
veio foi o
ntaneamente, transformando-se em agulhas de gelo que caíam no chão. O cântico dos sa
os
estavam avançando. Elas rastejavam pelo chão como s
tro da escuridã
homem cujas vestes pareciam feitas de fumaça sólida e cuja armadura era negra como o coração de uma
o sussurro de Vesper foi
gue alheio - a voz dele era um barão profun
inhou sua es
oiva! Guardas, ma
metal dourado e gritos de guerra
os guardas se ergueram como lanças pretas, atravessando as armaduras de placas como se fossem pape
freneticamente, até que uma fi
ou e caiu, estilhaçando-se nas pedras. O som do cri
onda de força, e parou diante de mim. Ele era alto, muito mais alto que qualquer homem no convento. Seus o
sua têmpora até o maxilar, e seu rosto
u perguntei, minha voz
o o sangue nos meus pés e a marc
mão enluvada. - Mas eu não vim para beber seu san
vai m
morta, teria deixado q
com um braço de ferro. O calor que emanava dele era o opo
se levantar, o rosto distorcido p
ara o príncipe com um des
cabou. Se quiserem luz, terão que
migo em seus braço
uve impacto, houve apenas a sensação de ser envolvida por uma seda fr
s e, estranhamente,