Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira
o Vi
ra um resíduo de café amargo no estômago e o peso de um distintivo que parecia cada vez mais difícil de carreg
perder tempo! - Rosnei, abrindo a porta da minha sa
lquer um que estivesse ali, até que
zeada pelo sol, um sol que não entrava nesta esquadra há anos, cabelos que pareciam ter vida própria e um ol
e deixar levar por impulsos. Analisei-a. Ela estava exausta, os olhos levemente inchados, mas havia uma dignidade naque
desaparecimento de Zaya Oliveira
e não batiam. Olhei para a mulher à minha frente novamente. O meu instinto de polícia di
a frase com o máximo de desdém que consegui reunir. Era uma técnica.
o me dec
ado com o calor da pele atingiu-me como um murro. Vi o brilho de desafio nos seus olhos. Ela era atrevida, desbocada
desse ver a veia no seu pescoço pulsar rapidamente. - E se o senhor fosse metade do pro
stância entre nós, sentindo a tensão sexual vibrar no ar como um fio de alta tensão prestes a partir. Ela era insolen
rmurei, apenas
tindo o peso do olhar dela nas minhas costas, o que só serviu para me deixar ainda mais tenso. Eu precisava de man
a. Agora. - Ordenei,
não seria apenas sobre o desaparecimento de Zaya. Seria sobre o quanto eu cons