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Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira

Capítulo 3 O peso da ausência

Palavras: 1385    |    Lançado em: 19/01/2026

el S

ndo, era apenas um dia; para nó

com uma calma que me dava vontade de virar a mesa. Mário tentava explicar, com a voz em

? Que a minha irmã morra? - Bati na me

cos, tentando manter o que restava de juízo, me segurou. Ele estava calmo, mas era a calma de q

arei quando entramos no carro, a dúvida

ha irmã com teus ci

e doeu mais que um grito. - Claro que não, Bell. Que

a, o homem que ela amava com uma intensidade que eu via em poucos. Se ele estava

ia se recusava a dar. Marcos assumiu o comando, mesmo com os olhos fundos. Ele falou em sequestro, pediu para conferir as contas. Cinco milhões. Um valor que

síndica, vê se traz as

carro de Zaya parecia ter evaporado. Quando as filmagens chegaram, meu coração apertou: lá estava ela, linda, com a blusa de ren

ndido no quarto, sentindo o cheiro das roupas dela. Me aproximei e apoiei a ca

confessou, a voz quebrada, braços caindo no corp

cão no couro. O delegado não tinha chegado e eu quase derrubei o balcão. -

lvido, e eu o encarei como o ignorante que ele era. Ele começou o interrogatório, e a cada pergunta, parecia que ele

ensei, enquanto ele anotava end

ou o suspeito principal. Uma injustiça que fazia meu estômago revirar. Levei os meninos para minha casa, tentando protegê-l

e. Os maloca encontrou o carro... mas não se anima, coroa. T

esperança dele se transformou em puro pavor. O carro estava qu

o me puxou para a sala de tv, embora mais reservada, longe de Marcos e dos outros que como ainda est

spiu os nomes como se fossem veneno, encurtando a distância entre nós. - Você c

como sou a namorada de Grego, sim, o chefe da treze, mas neste momento, eu só conseguia pensar que m

ão no peito dele. O músculo sob a camisa era como pedra. - Minha irmã está desaparecida! O carr

urou meus pulsos, as mãos grandes me prendendo com uma força que não machucava, mas dominava.

ntado, com essa cara de ignorante, brincando de ser Deus! - Eu gritava, as lágrimas de ódio co

sconde segredos atrás dessa marra toda! - Ele rugiu, puxan

ava colada ao peito dele, sentindo a respiração pesada de Diogo contra o meu rosto. O cheiro de café, suor e aquele

sair arranhando em seguida, sempre

uela proximidade, com a adrenalina no topo, tudo o que eu queria era que ele calasse a minha boca com um beijo

me prenda, delegado - sussurrei, a voz trêmula de luxúria e fúria. - Me prend

trole dele se estilhaçar. A mão que prendia meu pulso subiu para a minha nuca,

descompassadas. Eu estava entregue, desejando aquele toque como nunca desejei nada na v

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Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira
Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira
“Isabel Oliveira cansou de ser a "mãe solo sem futuro" do interior da Bahia. Entre as humilhações no interior e o desejo de liberdade, ela se vai embora juntos com seus dois irmãos mais velhos para recomeçar no Rio de Janeiro. Mas o cenário paradisíaco logo se torna um campo de guerra. Isabel é ousada, desbocada e sabe usar o que tem para sobreviver, mesmo que isso signifique se envolver com o "Grego", o dono do morro que a trata como rainha. Porém, o perigo real não usa armas, ele usa um distintivo. O delegado Diogo Vitório é uma muralha de granito e olhos negros. Implacável e explosivo, ele está obcecado ele surge em sua vida, para solucionar o desaparecimento de Zaya, irmã de Isabel. Para Diogo, cada peça do quebra-cabeça aponta para Marcos Zamutt, o marido frio da sua irmã. Mas o seu maior obstáculo é Isabel, a mulher que o desafia em cada interrogatório, que o provoca em cada beco escuro e que testa o seu juramento à lei com um desejo proibido. Entre salas, estacionamento e corredores de hospital e depósitos de serviço, a tensão entre a costureira e o delegado escala para um jogo de poder onde o prazer é a arma e a verdade é o alvo. Em um mundo onde o "Grego" oferece o trono e Vitório oferece as algemas, Isabel terá que decidir, ela prefere ser protegida pelo crime ou ser rendida pela lei?”