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Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira

Capítulo 4 Sem notícias

Palavras: 1130    |    Lançado em: 19/01/2026

el S

Oliveira, o caso cheirava mais a queimado, e o que restava da minha paciência tinha

us homens, e o estalo do trinco pareceu um gatilho. Eu a encurralei contra a parede, ou contra a minha própria sanid

a um desafio que me atingiu no baixo ventre. - Me prenda, me revis

próprio controle. Envolvi a nuca dela com uma das mãos, os dedos se perdendo naquele cabelo indo

minha boca e descobrir se ela tinha o mesmo gosto de perigo que exalava. O silêncio na sala era tão denso que eu podia ouvir os nossos batimentos se atropelando. Eu estava a um ce

ando com uma entrega que me deu um soco no juízo. Eu não era um homem de dúvidas; eu era um homem de ação. E naquele moment

i com delicade

fome que parecia acumulada há anos. Isabel soltou um som baixo, um misto de surpresa e desejo, enquanto su

o. Puxei seu corpo com mais força contra o meu, sentindo cada curva, cada centímetro daquela pele bronzeada que cheirava a perigo. Meus dedos se e

stir. Só havia o calor daquela mulher e a forma como ela se arqueava contra

madeira sendo golpeada foi

a respiração tão pesada que meus pulmões chegavam a doer. Meus lábios ainda formigavam com o gosto dela, e o olhar q

as têmporas. Isabel recuou um passo, ajeitando a blusa com as mãos trêmulas, mas não desviou o olhar. O d

porta, sem tirar os olhos

entre mim e Isabel, sentindo que o ar na sala estav

nda queimavam com o gosto de Isabel. Batista entrou, os olhos desviando d

alta velocidade e não parece que está indo para casa. O ras

rguntei, ajeitando a

trando em área de ri

ios inchados pelo meu beijo, mas os olhos ainda brilhavam com a

Ela rebateu, mas eu j

estava lotada de meninos para todos os tons, havia negros,

sta indicava o caminho. Marcos Zamutti, o "homem perfeito", o "esteio da família", estava se enfiando em um dos bur

ado no final de um beco sem saída, sob a sombra de um galpão abandonado

r a esquina fez o

de negociação. Um dos sujeitos, um tipo magro com cicatrizes no pescoço, entregava algo para ele algo co

do, já destravando a arma. - Esses certamen

a minha mente como uma piada de mau gosto. Ela estava sendo e

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Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira
Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira
“Isabel Oliveira cansou de ser a "mãe solo sem futuro" do interior da Bahia. Entre as humilhações no interior e o desejo de liberdade, ela se vai embora juntos com seus dois irmãos mais velhos para recomeçar no Rio de Janeiro. Mas o cenário paradisíaco logo se torna um campo de guerra. Isabel é ousada, desbocada e sabe usar o que tem para sobreviver, mesmo que isso signifique se envolver com o "Grego", o dono do morro que a trata como rainha. Porém, o perigo real não usa armas, ele usa um distintivo. O delegado Diogo Vitório é uma muralha de granito e olhos negros. Implacável e explosivo, ele está obcecado ele surge em sua vida, para solucionar o desaparecimento de Zaya, irmã de Isabel. Para Diogo, cada peça do quebra-cabeça aponta para Marcos Zamutt, o marido frio da sua irmã. Mas o seu maior obstáculo é Isabel, a mulher que o desafia em cada interrogatório, que o provoca em cada beco escuro e que testa o seu juramento à lei com um desejo proibido. Entre salas, estacionamento e corredores de hospital e depósitos de serviço, a tensão entre a costureira e o delegado escala para um jogo de poder onde o prazer é a arma e a verdade é o alvo. Em um mundo onde o "Grego" oferece o trono e Vitório oferece as algemas, Isabel terá que decidir, ela prefere ser protegida pelo crime ou ser rendida pela lei?”