Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.
A
o, mas meu c
eira antiga e suor. A bochecha gruda no tecido áspero. Cada respiraç
ga endurece
o pergunta, a
Baixo. Feio. Não p
m. A mão dela aperta a minha com força
dece. Tudo está baixo dema
am, firmes, contr
em e nem
de quem entra sa
afunda ante
ão é
impa. Fria
olhos p
cabelo preso, rosto arrumado. Não olha ao redor. Não avalia o espaç
e aproxima devagar.
nta reagir.
- tento fa
sorriso pequen
. - ela se agacha na minha frente.
desce para
oteção. - inclina a cabeça. -
ara o ventre nu
- a voz sai fa
a
diz, simples.
clina
i e você não vai estar lá
ção erra
alanço a cab
não fica. Vai sair do país. Outro
do in
. - a garganta fe
iso de
inda não
no meu cabel
r. Minha cabeça é jogada para
a nela! - Lí
trás dela. Não t
erto do dela, os dedos cr
sso. - a voz vibra, cont
, o som estala an
ão só na pele. Por dent
orpo
- Líli
Um choro baixo, falhado, que vaza s
uza rosna. - Guarda ene
evant
antecipa
ANU
cort
ra e não precisa
braço dela com força. - Já fizeram a merda de
e solta,
se met
para trás. - Enquanto essa mulher
do em p
- Danuza cospe. -
o que não quer a Lara. Quer enfraquecer. Q
or querer mais do que
ngue e
você. - Ane contin
ênc
hega perto do rosto dela. - Pensa se vo
empal
o braço e arra
daqui
rta
arto
m, não c
rasg
tração me parte. Um grito explode
ao meu lado, segura
ncolho. O colchão re
. - eu choro.
tra co
está aco
ílian grita. - El
. Sem curiosidade. Como q
nta. D
as pernas falham. Ane arranc
ra. Água quente
has pernas tremem. Eu
em ele... - implo
ura meu
isso, eu sou só a mulher do chef
ho vem
is o
is m
s. Fogos cor
uma vez, me enr
! - ela gri
co tom
i de novo. Mais
ra é
entro,
stoura den
em mais baixa
corre entre as
é ur
é
e Ane
muda antes de q
voz dela falha
rpo de
guntou se eu