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a
ode ao lado
antes que eu entenda o
do sangue apare
ma mão agarra o meu bra
Ag
stado antes que
o se
egura m
a... o chefe ma
espiraç
? - alguém
ndo de
bebê, mas se ela começar a
cospe n
quando eu caio. O impacto ex
o é lutar, é pr
mim no mesmo segundo em que vejo os
pensamento
que eu disse
tudo
es
a... mas aquela decisão ia custar
oras a
o os olhos pela agenda sem ler. O estômago em
se sem perceber. O bebê se m
rta
no instante em que me vê, a tensão habitual desaparece e d
Am
beija como se estivesse chegando em casa depois de um dia inteiro long
o dele desce naturalme
, a voz mais baixa. - Está c
mexe na
ta, surpreso, os olhos dele
barriga, os dedos se movimen
te ter nos braços, filho
de leve na minha bar
eito
Lílian para mim? Preciso sair
e a testa
ha barriga. - E pensei exatamente nisso. Você não v
bri
e beija de novo an
omo se tivesse esquecido alguma coisa importante. Segura meu queix
ntra meus lábios e sai me deixando ali com
.
rro com a postura
ido pelo retrovisor
um segundo parece mais
ou - ela diz, colocando o cinto. - A gente trab
spondo. - Parece que tud
, dá part
o. Come alguma coisa e finge qu
over. Lílian ajusta o
de cedo, a sensação de p
eu aceitar sair
o. Os carros avançam aos poucos, para
estou pensando em faz
etrovisor pela
ara es
o dela d
tran
O
gente não saiu do luga
exe de novo
barriga, mass
ento. - Como se estivesse tent
ílian brinca.
algo em mi
a mente concordar. Ainda assim, atribuo ao ca
ela pergunta, not
o. - Só preciso r
ente fecha,
da fora do padrão. Um cenário comum demais
um menino encosta o rosto no vi
, nossos olhos
o sina
o tudo
, sem err
vem pr
ro do motorista explode em mil fragmentos que não cae
ncada, não abe
são assustadora. Não há hesita
Ag
la a
o re
o baixas. C
Minha língua grud
e me arranca do carro com
decide
alhou um choque que fez meu
no asfalto, sinto a pele se
chão de olhos fechados esperando o fi
io não poup
ra trás e prende com algo qu
melhor pra vo
de Deus, est
ando minha garganta em uma esperanç
o
lado, vej
jeto que perdeu valor. Ela reage. S
e a boca dela e a o
am, aquele olhar não ped
as para den
não
re entre as minhas pernas antes que eu consiga imped
Eu tento fechar as pernas, mas ele aperta meu
o, rápido, meu corpo i
eu escorrego. O corpo balança.
ta. Meu corpo s
. Por fav
fora. Outro. Dói. Não é só dor, é
antes que eu con
ger, mas nã
as não
só sei que esto
m mim despenca junto. Um
em, ningu
n não
e eu fiz foi dizer
rece e o pânico
não assim.
animal, um som que rasga a garganta e me expõ
algu
to, irônico
, técnico, sem curiosidade. Como que
que
siona o m
invade
orte, amar
Do
siona meu maxilar p
uxar ar. Meus pulmões queimam. O bebê se mexe com fo
fragmentado, er
via estar a
lado, ela também lu
olhos arregalam. As mãos dela
se cruzam, um
para o terror se
o começa a
primeiro, d
esponde
.
Não consigo mexer os braços. Não consigo gritar. O pa
r. Como se pedisse alg
a porta, nem
ro o que eu tentei n
sozinho. Minha
or vem em ondas que
r. O ar não e
r vem quente, puxando para baixo.
e eu engasgo
agor
r essa
ar alguém mas nenhum som sa
está fora do controle,
lgo pior do q
ieram só por mim? V
por instinto, tentando proteger al
a fria atravessa
. talvez eles não estejam esp
sperando o momen
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