Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.
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a
a frente e não co
ancar o ar dos meus pulmões. O impacto reverbera por t
r respirar de novo. Quando o ar en
se dobra
se tivesse sido travada por dentro.
a, áspera. O braço falha. O peso da barriga p
Lílian chega pert
os
sando, gente circulando como se nada estivesse acontecendo.
e duas vezes, sem
. Os passos continuam no mesmo ritm
para o lado, rindo de alguma coi
chão não interrompe a
se organizar
ntre uma batida e outra, estalos curtos de rádi
heg
heg
ura a
explicam. Elas
que "a madame tá sentindo". A palavra atravessa meu corpo como tapa. Madames não
ra velha, esgoto distante, algo queimado. É o cheir
emais. Uma voz surge,
a tá
a. Por e
eu nome, nã
encomen
ém pode est
tro, nem acaso
é Laje, porra - a voz sai debochada, segura, como quem não pr
ga, dessas que não p
has mãos começam a tremer sem que eu mande. O ar fica curto. Meu corpo e
peso contínuo que desce sem pedir licença. Meu corpo trava inteiro, as pernas falham e o ar some de uma vez, como
- murmuro, sem
. Meu corpo entrou em modo de emergê
meu lado, segura meu
ela diz, firme demais para al
e sai em espasmos curtos. A barriga contrai outra vez
a boca para
o meio da frase. Ela
to um olhar rápido sobre mim. Não curioso. Avaliador.
outra voz pergu
alguém diz, de longe, como
mais r
ia. A pressão desce. Um estalo int
rça. Os dedos cravam na terra.
voz falha. - Meu cor
o no rosto dela antes qu
o agora, nem é
a algo que não
pode espera
or dentro de uma vez só. Meu corpo dobrou no chão, o ar sumiu,
á pedindo permiss
ça, ele não e
essa tudo, cruel, inev
aqui... quanto temp