Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.
a
obe rápi
am se eu es
cima, eu ain
xo, algo está sen
éptico entra prime
ate forte, rá
respirar baixo para não sofrer mais. Meu estômago afunda. Eu não sei onde estou. Não sei quem manda
qui agora, tá? - a médic
tento dizer.
into porque não me d
a meu corpo para frente e eu preciso de aju
a as c
as não cons
pernas
. isso...
sp
de algo nas costas
coluna. Em seguida vem um choque curto, que
ron
on
has pernas começ
como d
orpo estivesse in
depois as canel
o mexer, na
.. - murmuro. -
a. A anestesia
iona
. Não vejo mais nada do que acontece comig
o monitor apita mais rápido
ência s
a mim. Fica tra
os
mais. Vozes demais. Médicos, enfermeiras... e, perto da parede, homens de
ão me
algo que
s estão aqui por
eito
- tento dizer
ece no meu ca
de vocês dois. Ag
o ar en
trem
ndos, sinto alí
a para baixo, como se meu corp
ntão
, uma p
im, como se alguém estivesse empurrando um
sionam, a
se
mexer, não
aberto, eu sinto tu
o dispara
r respon
são ba
sta o
começam a tr
m medo...
de, eles só tr
entr
ncio c
sin
e qualq
enta, mais fo
como se algo estivesse sendo arra
força demais. Meu corpo quer fechar
ém co
ação qu
fi
dos meus
ço rápido. - Por fav
de imediato, eles
, depois desl
ca leve demais, o vazio
ação comigo, eu espero
o o som,
gr
imei
o forte que parece que
o é? - pergunto. -
do. Urgente. Gente se inclinando.
ca diz. - Precisam
loro. - Só um segundo... eu
segundo que
para quem aca
pano s
ampo de visão, sustentado p
undo
el
fi
de um jeito que
se afasta po
a pequeno diante da
angue, o lugar errado,
xist
u
de por dentro como se o a
onse
ch
ex
rrer ago
grar agor
desaba
u vi o r
ele sai
m segundo, t
mo eu
li
bo
le toda enrugada, o corpo minúsculo tremendo sem saber onde está. O cor
eu Deus.
iz i
ser human
te. Antes do medo. Antes da dor. O
to vem
não
gr
lu
m esforço inútil e
obe... qu
is p
ando para trazê-lo ao mundo... e o m
, o meu cor
li, quieto demais para al
e alguém tivesse
a, pegar ele à força, colar no meu peito, soprar vida
ele agora, talvez
ra, talvez ele morra
ncolhe para o tam
depois falha. Nada se move. Estou presa den
. respira... - penso,
os tremem
stá l
to d
no de
ho de
nio. - a médica diz, j
entra co
se dá quando al
xar ar. - Mostra de
es já
ue saiu de mim
como se o temp
os, como se eu tivesse que pedir permissão para
sturam e eu não sei m
po está
peito qu
responde
de com
meu filho
entro de mi
fí
o p
- sussurro. - Eu
começa a b
ncia dis
respir
mas não
travado no me
eito
, como se eu estivesse send
em... - digo.
os sacode
to es
is e
no teto s
ficam d
ssão
eixa el
onder mas
o falha
depois o som vira eco e
infinito, eu caio par
azio, e e
o, um c
La
iro
ntra d
os
a est
, os homen
u filh
rgunto fraco. -
esponde d
io cresc
que qualq
ão bate n
rocuram algo
ergunto. - Alguém
a, só se movem
e urg
não
da está de
ão está de
nhei... eu vou sobreviver a amar algué