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Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.

Capítulo 8 QUANDO O CHORO NÃO VEM

Palavras: 1549    |    Lançado em: 26/01/2026

a

obe rápi

am se eu es

cima, eu ain

xo, algo está sen

éptico entra prime

ate forte, rá

respirar baixo para não sofrer mais. Meu estômago afunda. Eu não sei onde estou. Não sei quem manda

qui agora, tá? - a médic

tento dizer.

into porque não me d

a meu corpo para frente e eu preciso de aju

a as c

as não cons

pernas

. isso...

sp

de algo nas costas

coluna. Em seguida vem um choque curto, que

ron

on

has pernas começ

como d

orpo estivesse in

depois as canel

o mexer, na

.. - murmuro. -

a. A anestesia

iona

. Não vejo mais nada do que acontece comig

o monitor apita mais rápido

ência s

a mim. Fica tra

os

mais. Vozes demais. Médicos, enfermeiras... e, perto da parede, homens de

ão me

algo que

s estão aqui por

eito

- tento dizer

ece no meu ca

de vocês dois. Ag

o ar en

trem

ndos, sinto alí

a para baixo, como se meu corp

ntão

, uma p

im, como se alguém estivesse empurrando um

sionam, a

se

mexer, não

aberto, eu sinto tu

o dispara

r respon

são ba

sta o

começam a tr

m medo...

de, eles só tr

entr

ncio c

sin

e qualq

enta, mais fo

como se algo estivesse sendo arra

força demais. Meu corpo quer fechar

ém co

ação qu

fi

dos meus

ço rápido. - Por fav

de imediato, eles

, depois desl

ca leve demais, o vazio

ação comigo, eu espero

o o som,

gr

imei

o forte que parece que

o é? - pergunto. -

do. Urgente. Gente se inclinando.

ca diz. - Precisam

loro. - Só um segundo... eu

segundo que

para quem aca

pano s

ampo de visão, sustentado p

undo

el

fi

de um jeito que

se afasta po

a pequeno diante da

angue, o lugar errado,

xist

u

de por dentro como se o a

onse

ch

ex

rrer ago

grar agor

desaba

u vi o r

ele sai

m segundo, t

mo eu

li

bo

le toda enrugada, o corpo minúsculo tremendo sem saber onde está. O cor

eu Deus.

iz i

ser human

te. Antes do medo. Antes da dor. O

to vem

não

gr

lu

m esforço inútil e

obe... qu

is p

ando para trazê-lo ao mundo... e o m

, o meu cor

li, quieto demais para al

e alguém tivesse

a, pegar ele à força, colar no meu peito, soprar vida

ele agora, talvez

ra, talvez ele morra

ncolhe para o tam

depois falha. Nada se move. Estou presa den

. respira... - penso,

os tremem

stá l

to d

no de

ho de

nio. - a médica diz, j

entra co

se dá quando al

xar ar. - Mostra de

es já

ue saiu de mim

como se o temp

os, como se eu tivesse que pedir permissão para

sturam e eu não sei m

po está

peito qu

responde

de com

meu filho

entro de mi

o p

- sussurro. - Eu

começa a b

ncia dis

respir

mas não

travado no me

eito

, como se eu estivesse send

em... - digo.

os sacode

to es

is e

no teto s

ficam d

ssão

eixa el

onder mas

o falha

depois o som vira eco e

infinito, eu caio par

azio, e e

o, um c

La

iro

ntra d

os

a est

, os homen

u filh

rgunto fraco. -

esponde d

io cresc

que qualq

ão bate n

rocuram algo

ergunto. - Alguém

a, só se movem

e urg

não

da está de

ão está de

nhei... eu vou sobreviver a amar algué

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