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Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.

Capítulo 4 ANTES QUE O CORPO TERMINE

Palavras: 2167    |    Lançado em: 23/01/2026

A

o, mas meu c

oeira e suor. A bochecha gruda no tecido áspero. Cada respiração ra

z, o ar falha no peito, o meu c

es que eu perceba, como se ainda p

aixo. Feio. Não pe

ela aperta a minha com força demais. Os dedos del

bedece. Tudo está baixo,

am, firmes, contr

em e nem

ra sabendo que manda, ningu

afunda ante

ão é

impa. Fria

olhos p

ajustada, cabelo preso, rosto arrumado. Não olha ao redor. Não avalia o

e aproxima devagar.

nta reagir.

. - tent

sorriso pequen

ra. - ela se agacha na minha frente.

riga, os dedos dela se movem como

nclina a cabeça. - Exat

ara o ventre nu

- a voz sai fa

a

diz, simples.

clina

i e você não vai estar lá

ção erra

alanço a cab

não fica. Vai sair do país. Outro

do in

. - a garganta fe

iso de

inda não

no meu cabel

da para trás. A vis

a nela! - Lí

trás dela. Não t

erto do dela, os dedos cr

sso. - a voz vibra, cont

estalo corta o ar e m

oca antes da dor, minha língu

orpo

- Líli

alhado, que vaza sem contro

aqui... ele

uza rosna. - Guarda ene

evant

antecipa

ANU

cort

ra e não precisa

raço dela com força. - Já fizeram a merda de sequ

e solta,

se met

para trás. - Enquanto essa mulher

um segundo a

As vozes atravessam o

cospe as palavras. - A ide

dura. - Mas ele deixou c

uma risada

quer. Ele quer o

reita o

xpl

s. - Ele só precisava de uma coisa

James e

a o homem. Quebra o homem, a empresa sangra. Quando eles esti

ngue e

m passo

que ela aind

a muda, fica mais

Henry não

desce para

eu q

pesado cai

... - An

estala quando fala o nome dele.. - Achou que podia ent

tômago

tirar alguma co

ica i

enlou

ina a cabeç

m calma assustadora. - E quando

espiraç

nça recém nascida. - ela continua. - Tráfico i

filho não vai nasc

a, o silênci

fora da li

ta uma ris

uando você se im

m passo

cê decidiu mex

desce para

ara Danuza, nã

cálc

a sequestrar. Pressio

a um pouco

mar isso em tr

e continua, fria. - Mas também não vou d

sita, só

a mostrar quem realmen

ança e de dinheiro. -

roxima ma

u o homem

aponta para

u levo a

e inclin

que ela vai me bat

minha barriga, não é

vestido como se ela estivesse test

eage antes da minha cabeça, tento recuar, prote

ra, quase divertida. -

mesmo instante, como se eu

hega perto do rosto dela. - Pensa se vo

empal

fora, os olhos de Danuza voltam para

daqui

ate e o q

o como antes,

eu quadril tenta girar. A con

que desmaia

se acontecer num hospital limpo

ao meu lado, segura

ncolho. O colchão re

. - eu choro.

tra co

está aco

ílian grita. - El

o, com empatia. Como que

nta. D

as pernas falham. Ane arranc

ra. Água quente

naquele banheiro pequeno. Minhas per

vir, ele

a atravessando meu corpo, eu t

rar, eu agarro o braço dela com a

re escorrega

ixa leva

uca, arranha

, mas eu seguro mais forte, puxan

vor... n

hos por um segundo, respirando curto, tentando n

dois milhões

nte. Ane pisca, surpresa real, os olho

palavras. - Dois milhões se você tirar ele daqui e en

a com tanta força que sinto os músc

m ele. Leva o meu filho embora.

sobe e des

xa venderem

vesse medindo alguma coisa que não tem nada a ver com d

m o que eu

aixa, mas tem

dentro. Eu sou só a mulher do chefe. Se ele desc

ra, e por um segundo o ch

svia o olh

coisa eu

meu queixo, me o

meço hoje. Muito menos de uma mãe que está s

cam presos nos m

to ecoa n

do, os tiros estão mais perto agora, o ma

s perto, quase tes

eu mesma arranco ele daqui,

suave, é dura, qu

da está presa

não

uma na outra, como se aquele aperto fosse a

volta uma vez,

ntre duas mulheres que sabem exatamente

s ombros e me puxa para cima, enrolando m

ouco - ela murmura

tiros expl

! - ela gri

udo, lá fora a

or, o pânico esto

baixa. Mais pesada,

ante, minha

inha cintura devagar, como se eu fosse feita de vidro. A mão d

le murmura, a voz ba

fazer círculos le

a que manda e

iro os

arl

om vibra no

meu, cheio daquela intensid

ele diz, mais baixo agora. - Eu

a e encosta a testa de

uer coi

volta de

corre entre as

urina

bolsa

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Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.
Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.
“Depois do sangue, não existe retorno. O casamento que começou como imposição agora é sobrevivência. Lara Sinclair atravessou o limite entre o medo e o instinto quando foi arrancada de casa, violentada pelo ódio alheio e jogada em um parto que quase lhe custou a vida. Seu corpo cedeu, mas algo dentro dela acordou para nunca mais dormir: ela é mãe. E ninguém toca no que saiu de dentro dela sem pagar um preço. Ao nascer, imediatamente o bebê se torna alvo. Quando a ameaça ultrapassa a favela e atinge o que pertence à família, a resposta vem do único lugar possível, a máfia. Darlan não sobe o morro para negociar, sobe para decidir. A facção Irmãos da Laje não é destruída. Ela é tomada. Submetida. Aprende, à força, que é melhor viver sob o comando da máfia do que ousar ser inimiga dela. Marlon Shert, um homem acostumado a controlar impérios, descobre que nenhum poder o preparou para o terror de quase perder um filho. Para mantê-lo vivo, decisões precisam ser tomadas sem rastro, esconder o recém-nascido, reforçar a segurança, eliminar quem ainda respira perigo. O amor deixa de ser sentimento e vira guerra. Mas o inferno não termina no presente. Enquanto Lara luta para se manter inteira e proteger o filho que acabou de nascer, uma verdade antiga começa a se mover nas sombras. Uma mentira que Marlon nunca suspeitou. Um luto que moldou sua vida inteira sobre uma base falsa. O filho que ele enterrou no passado nunca morreu. O bebê que lhe disseram ter perdido não era um menino, era uma menina. Viva. Saudável. Criada longe dele ao lado da mãe, Mary Andersen, e do irmão mais jovem, filho do atual marido da Mary. Ambos cresceram sob o cuidado de um homem que a menina chama de pai... e o ama com tal. Agora, entre um filho recém-nascido que precisa sobreviver no presente e uma filha que ressurge do passado, Marlon é forçado a encarar a mentira que o dilacerou sem que ele jamais desconfiasse. É possível proteger o que se ama quando tudo foi construído sobre perdas? Entre segredos, submissão forçada, maternidade sob ameaça e um amor que já não pode mais fingir ser acordo, Lara e Marlon precisam decidir até onde estão dispostos a ir, porque, desta vez, não é apenas o coração que está em jogo. É o sangue. E o sangue sempre cobra.”