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Ele Não É Meu Pai! O Herdeiro Protegido Pela Máfia.

Capítulo 5 O CORPO NÃO ESPERA

Palavras: 1253    |    Lançado em: 23/01/2026

A

e momento o chão

e o mundo vira deslocamento, degraus rápidos, vozes curtas, ordens que não me incluem.

que eu sinto, mas não consigo medir. Não sei se

... - ten

o

ão falha

eu consiga me preparar. Não

de quem me carrega. O grito sai alto

e novo. Não sei quando ela voltou. A mão dela trem

ten

, movimento, tudo torto demais para virar imagem. Algo estoura por perto. U

a curto.

Os dedos se fecham no vazio, depois em t

rganiza den

dor

endo por onde co

i de mim não

e puxa pa

sc

s, descompassado. O suor escorre

formular u

sussurro. -

ra não signif

lindado, não importa. O cheiro é metálico. Óleo. Ar-c

segurança.

po. - outra

te e o mot

o que chamei alguém

am de novo. Os músculos cedem sem aviso. Meu corpo se dobra sozinho, tentando aliviar al

o. - Lílian diz, e dessa consi

a responde. Fria. Controla

oz antes de a

rl

tou, não explica nada e nem

nas dá

ada. - diz. - Não deix

assim. Por um

ndo meu rosto com as duas mãos. O toque é firme, preci

- ele diz. Baix

agora volt

... - tento dize

z quebra

ernas. Para o sangue que já manchou tudo.

rações? - pergunta para algu

ois minutos.

r um segundo. Só um. É

fiss

ro ac

urvas longas, portões abrindo, descidas pro

nte tá indo

ém re

de novo. - Onde o m

Claro. Silencioso. Marlon rindo nervoso, ajei

ando outra c

lanejei sobreviv

torta. Antecipa

esponde d

apenas. - Agora

o algo diferente. Um peso descendo. Um empurrão interno q

ro. - Eu não t

algo diferente na voz. Não é suavidade.

le diz isso n

erdeu o direito de p

ras bate

nsigo me segurar, o corpo tr

depois é pior que

om pesado demais para ser hospital. Quando me tiram de novo

muita a

dor branco c

é hospital.

nvencional. - Darla

ernas nã

ápido demais. Luzes embutidas. Portas

- pergunto de repent

ela pesa mais do que

torno dela n

eci

cobre o meu corpo, sem delicadeza. Sinto o ar gelado na pele

a chegar pesa mais q

eu so

u não c

aproxima, fala algo, mas já não compreendo, l

- ela diz. - Não há co

mpo? - Darl

r. Pode ser agora.

nu

cabeça

ernas... - digo. -

ite. - a médica responde,

ais forte. Mais profunda. Sinto algo ceder por dentro

lian sussurra.

fica d

saber se falo em voz alta ou só pe

é só

a acho que eu ain

ém re

mo sem ver. O silêncio dele pe

o, mais forte, mais baix

não e

esfaz em po

ando eu já não

cruel, inevitável, sem piedade nenhu

rrer por ele... o dele está fort

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