/0/18941/coverbig.jpg?v=ed37f1ccc64c5fb91a1948d4f3fadf56&imageMogr2/format/webp)
que prometia um dia de miséria. Ela manteve os olhos fechados, relutante em deixar a luz da manhã agredir suas retinas ainda. Ela se mexeu, esper
nto geralmente cheirava a café velho e à vela de baunilha que ela queimava para mascarar o cheiro da cid
ficar as horas. Sua mão não encontrou madeira ou plástico. Em vez disso, sua palma pousou no colchão amarrotado. Os lençóis de alt
ava contra suas costelas, um páss
os olhos b
s janelas que iam do chão ao teto ou para a arte moderna nas paredes. Seu olhar estava fixo na porta de
hampanhe que ela consumiu para amortecer o tédio. A viagem de elevador onde o ar de repente se tornara rarefeito. O ca
arou de respirar. Isso era uma catástrofe. Era
vezes na noite anterior. Ele não atendeu. Foi por isso qu
ada, agarrando-a contra o peito. Ela tinha que i
reciam pesados, desobedientes. Ela conseguiu se sentar, balançando as pernas para o lado, seus p
m vestido de grife, estava jogado em um monte perto da porta. Estava arruinado. O zíper estava quebrado, o tecido rasg
o. Estava nua, presa na co
foi desligada. O silêncio que s
eixo, recuando de costas até bater na cabeceira
heiro se abriu
nos quadris, gotas de água grudadas em seus ombros largos e escorrendo pelos contornos definidos de seu abdômen. Ele se movia com uma graça rígida e controlada. A toalha es
s percorrendo-a, agarrada ao lençol. Ele não parecia envergonhado. Nã
dia,
eou, sua voz tremendo quando finalmente falou. "Sr
o fluido, porém cuidadoso, em direção ao enorme closet. Ele desapare
ocou aos p
sto", di
anel. Ela olhou de volta para ele, a
o peito nu. "Dados os eventos da noite passada, e m
scou. "
a. A palavra pairou no
engasgada. Foi um som h
pecialmente com uma aquisição de marca vital e confidencial atualmente em fase delicada de negociação. Um casamento repentino, no enta
ma noite em que ele a tocara de maneiras que a faziam queimar
. "Eu não vou me casar com você
nte. "É um contrato. Um acordo d
amorado", Hali
raus. Os olhos de Ezra se estreitaram, um
como se se referisse a um pequeno erro administrativo.
ueixo, tentando salvar algum re
ões ontem à noite", afirmou
heu. "Isso nã
costas para ela, caminhando em direção à máquina de caf
ndo sob sua pele. Ele a estava dispensando. El
a e correu para o banheiro, tranca
elo estava um desastre. Seus lábios estavam inchados. Havia marcas ver
rosto, esfregando com força, tentando la
eta clássica da Chanel, mas com um corte moderno e arrojado. E
u. Serviu p
aia. Serviu notavelmente bem - tamanho de amostra padrão, talvez, ou tal
ber. Abriu a caixa. Roupa íntima. La Pe
botoar os botões. Sentia-se como uma boneca que ele havia vestido. Ela
m sofá de veludo, uma xícara de café preto na mão
ocê vai
os fingir que isso nunca aconteceu. Eu vou para o trabalho, e vou ser uma a
o à porta, seus saltos
Era baixa, mas exigia obediência
o sobre a maçaneta. Não
vazio. Ela praticamente correu para o elevador, apertando o
e encostou na parede espelhada, fechando os
os números diminuin
a, usando o cabelo como um escudo. Andou rápido, ignorando o por
ensando que havia con
to ao meio-fio, bloqueando seu caminh
direito de Ezra, estava no banco do motorista. Ele olhou para ela
ey. "O Sr. Gardner me inst
havia táxis. O metrô ficava a três quarteirões de distância. El
ava enc
/0/18941/coverbig.jpg?v=ed37f1ccc64c5fb91a1948d4f3fadf56&imageMogr2/format/webp)