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Sexy e Possessivo

Capítulo 3 Phoebe

Palavras: 1619    |    Lançado em: 24/10/2021

Ela bebeu demais até para seus próprios padrões, o que me fazia pens

Eu disse. Gina olhou para mim por cima do ombro, riu e apo

usto do que eu partir o carro dele. - Ela ergueu o queixo, largou minha mão e andou ridiculamente rápido em seus saltos de quin

s passos e a

- O George não vai gostar nada disso. E se tivermos entendido errado? Ele podia só estar tendo um jantar de negócios com aquele cara e a Eve. - Tentei d

e ela, me empurrando gentilmente para o lado. Gina continuou marchando na direção do carro do Georg

es que tirasse o salto do pé - que era incrivelmente fino. - Não

sto que vai compensar todos esses meses que ti

rt

estacionamento afora. Acelerei novamente para mais uma tentativa

u o carro e franzi

que nã

rros praticam

em um

nuava tendo dois carros cin

dois c

os. - Ninguém vai culpar uma mulher bê

claro q

uei se

uxuoso. Ela usou o salto do sapato para arranhar o capô, então

tório, de a

r ter me enganado. - Ela bateu na janela d

Gi

os na cama! - Ela chutou o pneu. - Porra! - Gina começou a pul

percebendo que não era George. Era... o cara estranho

como se eu f

uro que... - e como se já

mitei

stava perplexo, me encarando. De algum jeito, enquanto me

carro. -

lhei para cima e tentei ent

? Não podem dirigir assim.

rro, como se fosse culpa

u entrar no

a sua amiga destruiu o me

estranho. -

o é você quem está fedendo a v

u entrar no

ra você, já teria motivos o suficiente. Entra na porra do carro. - Ele disse, seu tom seco e mandão. Eu estava

tá b

sujo de vômito. Por sorte, sua roupa de baixo ainda

mpou o rosto. Como ele conseguia parecer tão zangado? Suas sobrancelhas espessas estavam juntas e os

u e abriu a po

ntr

es de entrar e ele bufo

a por ganhar uma b

ersou com Gina. Eu escutei sua breve conversa,

disse. Sua mão estava no ombro dela, e Gina estava chorando, olhando

ro sair daqui. Podem

retino Amigo abrir a porta traseira e acomodar Gina no banco de trás. Dep

o ir junt

m. Magicamente sua expres

sse secamente,

tei os

o é q

, voltando os olhos para o volante. - Além disso

ue me

. - Ele disse, se

da que nem percebi que o namoro da minha melhor amiga estava indo mal. E ainda, foi culpa minha t

esliguei a fun

boca. - E

e ficasse bem, deu seu número a ela. Gina insistiu para que eu subisse ju

ndo dois dedos. Era o nosso s

otovelo gentilmente e me guiou para o carro. Ele abriu a porta, eu entr

ce se acomodou no banco e começou a dirigir, s

ra tão chato

dio

u ergui a sobrancelha e vi um sorrisinho em seu rosto. - E,

e linda. Eu nem

ionou no

está f

odutos íntimos femininos, odeio gatos e tenho quase certeza de que já vi sua boceta. - E

você é maluco. - Ele riu. - E nã

ia ver, se

nven

sadinha... conta tudo. -

estranho, principalmente um estranho como Chance Mül

e anos, advogada, odeio caras metidos

e ana

- Mais uma risadinha, e dessa vez, internalizei aq

tinha que se

te deixe, Phoebe?

ucada quanto

artamento,

de tirar sua cal

olhos, e ele d

ra intrigante.

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Sexy e Possessivo
“Desde que sua esposa sofrera um acidente, Chance Müller havia prometido que nunca encostaria em outra mulher, e embora cumprisse sua promessa, frequentava, às quintas-feiras, a Private Pleasure, onde poderia observar sexo puro e selvagem, tal qual era alucinado. Mas seu prazer virou um inferno particular quando viu Cherry, uma mulher escondida sob um apelido e que lhe despertara de tal modo, que simplesmente não poderia fugir. Phoebe Morris era, até então, sua nova advogada, encarregada de salvar sua pele, após ser acusado de assédio sexual - o que parecia ser o começo da sua loucura -, mas virou, de uma hora para outra, a responsável por perder o controle de seus instintos mais selvagens. Após uma noite intensa e prazerosa há dois meses no Private Pleasure, Chance descobriu que sua nova advogada era, ninguém mais, do que a mulher que invadira sua mente todas as noites desde então. Intrigado, ele decide, então, que a quer para si, oferecendo um desejo a ela, em troca de seu prazer. Há apenas uma condição: Não pode se apaixonar.”