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A Dama de Companhia

Capítulo 5 Há vagas

Palavras: 1862    |    Lançado em: 12/11/2021

estavam fechados. Logo ouvi as vozes cada vez mais próximas. Uma clarida

, Kat...

cegou meus olhos. Fechei

amos na loteria, qual mo

, Katrina Lee. – disse

costando na cabeceira

que

um emprego

? – perguntei ironizando

Se mexa que você

lhava atento, junto de minha mãe. Ela tra

emprego no Jornal

nhia da rainha. – minh

– Você acha que eu estou apta a

sim... Você

Eu não

guntou ela me ol

or da monarquia... Eu não gosto da forma como a rainha Anne conduz o

ota da sua idade. Não só pelo salário, que é o melhor comparando a qualquer emprego que vo

amais me e

você é Katrina Lee e nós precisamos deste dinheiro e de

eira. Era o emprego do ano. E adivinha só? A mulher escolhida seria da classe D em diante. Desentendidos achariam que a rainha Anne era uma pessoa maravilhosa, dando oportunidade de empreg

i para ler o restante do Jornal Real. Só tinha leit

ntos, mas vou econ

tendo.

.. Leo

Si

s do que um copo

o preocupado com o que estava acontecendo naquele momento. Eu não queria que Leon passasse por dificulda

e dar meu le

nte um modo de economizar. Amanhã

ou conseguir

acreditei em você, Kat. V

a por confiar

oi crescendo, sempre soube o que queria da vida. E você

oloquei minha mão carinhosamente sobre a dela.

tou e guardo

i bebe

o. Não deveri

em melhora. Ele estava sempre do mesmo jeito. E o maior problema que ele carregava não era no corpo... Estava dentro do coração. O arrependimento por tudo que ele havia feito para própria família. Um homem viciado em jogos que perdeu absolutamente tudo que tinha, incluindo casa e dignidade. Os cabelos negros dele já tinham vários fios brancos crescendo. Ele não costumava cortar sempre, então ficavam no meio termo. Ele costumava ter a barba sempre bem aparada, mas ultimamente estava c

or minha culpa.

e um cômodo para outro. Mesmo que mamãe não tivesse lhe dito que n

disse tentando animá-lo. - Eu

ga para dama de comp

com isso, pai. Você sabe quantas pe

cem mil... Chut

or que eu se

você tem uma c

ara ele

. Eu nã

Te

assim

esponsável por você sair da faculdade e ter qu

eu já d

osso ajudar. Eu não vou perder

Como fa

aça a inscri

s. Então nele não continha nenhuma notícia trágica ou ruim. E era o único jornal permitido no país. Havia grupos contra a monarquia que entregavam panfletos atacando a rainha. Eram caçados e jogados na cadeira quando encontrados. Mas isso não era muito problema na nossa classe. Ninguém dava importância para nós, nem mesmo a mon

esa. Mas tanto fazia, pois em breve ela seria a Princesa Vitória Grimaldo Chevalier. A foto do príncipe não estava muito boa. E eu percebia que eram sempre assim. Deviam usar sempre a mesma. Será que ele não gostava de fotografar? O príncipe tinha 25 anos. Eu nunca o vi sorrindo, nem em fotos nem na TV. Ele era sempre muito sério. Embora eu não gostasse de nada que vinha da realeza, eu não achava ruim o discurso dele. Mesmo na TV ele parecia uma pessoa preocupada. A testa dele estava sempre enrugada, demonstrando preocupação. Sim... Eu observava isso. Assim como a Rainha Anne Ma

i par

, am

vou aguentar ficar s

r

s estão interligados 24 horas por

e trabalhar comigo no salã

tentar outra coisa. Eu não sei fazer

iná-la, baby.

maquiador que existe. Quem se arr

e

o br

ajudar. Mas eu preciso de mais grana

da é uma opção, cas

mãe acha que eu posso ser a

m fim dele do ou

s engraçada que Laur

r

ão... Ela

Kat Lee é con

sim... Mas não

ma, você não cons

ue meu pai disse que t

u conseguiria ser escolhida dama de companhia da Rainha e meu pai, um p

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A Dama de Companhia
A Dama de Companhia
“Katrina era uma garota acostumada a uma vida boa. De uma hora para outra tudo mudou, quando seu pai perdeu todo o dinheiro da família. Então ela se viu como única responsável pelo sustento da família e cuidados com a saúde do pai acamado. O emprego como dama de companhia da rainha era o sonho de uma vida melhor para sua família. Mas ela nunca pensou que estar no castelo, junto da família real, seria tão triste e cruel e nem quantos segredos aquele lugar poderia esconder. Sua vontade era largar tudo aquilo e voltar a sua vida normal... Mas isso implicava ficar longe do príncipe Magnus Chevalier. E de alguma forma ele precisava dela... Agora Katrina se via envolvida com Magnus, Dereck e todos os segredos do reino de Noriah, inclusive um relacionamento com o líder de um grupo rebelde em que ela participava pelo fim da monarquia. Seria ela forte o suficiente para destronar a rainha Anne Marie Chevalier? Magnus a perdoaria quando soubesse quem ela realmente era? Não recomendado para menores de 18 anos.”