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A Dama de Companhia

A Dama de Companhia

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Capítulo 1 Uma conversa séria

Palavras: 1800    |    Lançado em: 12/11/2021

dinheiro, tinha poucos seguidores e no fundo ninguém se importava com minha vida na internet, salvo um garoto ou outro que me mandava um emoji ou me convidava para sair. Costumavam serem sempre

. Logo um like de Kim, com o comentário "Sempre linda". Claro, só p

com seu garfo. Meu estômago embrulhou quando vi que ele comeria a carne. Embora eu não comesse carne, minha mãe nunca preparava uma

ireito a escolher

ia me magoar. Sim, ela não fazia nada que eu realmente gostasse de comer, mas ainda assim se preocupava comi

o. Minha mãe preparou um prato de comida para meu pai e depois levou para ele no

gostosa.

r de amanhã você me

so fazer iss

oço a tenha deixado brava de alguma forma. Leon me olhou com um sorriso irônico e continu

n? – per

í... Não aparece e

Onde ele

se tentando fingir que

a o quanto era difícil convers

conversar depois. –

as procurei não sofrer por antecipação. Assim que comemos, Leon foi assistir t

exer da mesa de cabeceira e levei para cozinha. Depois retornei, deitei na cama ao lado dele e o abracei com carinho. Não imp

e? – perguntei acar

ans

deríamos passear? – s

nsigo mais sair desta cama.

sforço. Não há nada que diga que suas pernas e

– ele

rcebi que o assunto realmente era sério: quase uma reunião de família.

ocê, Adolfo? – ela pe

ragem. – ele disse m

cê sabe que es

m...

o dinheiro que tínha

que ela continuasse jogando na cara

ia vida por conta de tudo que aconteceu. Não precisava ser mais

nto. Não temos mais um centa

fissão. No entanto minha mãe acabava de dizer que eu estava fora. O combinado havia sido que independente do que acontecesse, eu acabaria a facu

a. Mas o dinheiro acabou por completo.

que estávamos nesta si

custo nesta casa. E a fonte esgotou-se por completo

m procurar um emprego, só não ti

isse meu pai me ol

se desculpar p

i culpa dele? – falou

Não há mais o que fazer

rminei. – e

A justificativa para isso era fazer com que as pessoas tivessem menos filhos, podendo ter assim melhores condições de vida. Isso na nossa classe, pois as mais privilegiadas podiam ter quantos filhos quisessem e todos poderiam cursar a faculdade. Em minha opinião tudo era mentira: pobres não podiam ter filhos s

ão tendo certeza se q

perdeu tam

? Não bastasse meu pai ter perdido todo o dinheiro atual e futuro da família, inclusiv

erdade? – per

xo. – Eu devia algum dinheiro e tive

assim como toda nossa família.

dinheiro para faculdade e quem sabe em poucos dias não te

ser levado em conta era o grau de estudo da família. E por terceiro os bens. Na K havia pobreza absoluta, sem emprego, mora

m jeito para sair

riu iron

otimismo para

Ma

ra ser oferecida no

disse quas

piores homens estavam dispostos a "obter". Era quase um contrato: você participava do baile, era escolhida e sua família recebia um cheque no valor que o homem quisesse ou achasse que você valia. Em troca se casava com ele ali mesmo e ia embora para onde quer que fosse o lu

nidade de conhecerem seus pares neste evento, onde inclusive a monarquia participava, podendo incluir até mesmo os príncipes da família Chevalier. Privilégio de algumas poucas meninas pertencentes às famílias mais ricas de Noriah Sul. Neste caso, os pais que pagavam pelos maridos, dife

ilidade de conhecer o amor verdadeiro fora de um baile de gala, independente de ser o da Classe A ou da C em diante. O problema é que o dinheiro e a condição

in? – p

tra história

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A Dama de Companhia
A Dama de Companhia
“Katrina era uma garota acostumada a uma vida boa. De uma hora para outra tudo mudou, quando seu pai perdeu todo o dinheiro da família. Então ela se viu como única responsável pelo sustento da família e cuidados com a saúde do pai acamado. O emprego como dama de companhia da rainha era o sonho de uma vida melhor para sua família. Mas ela nunca pensou que estar no castelo, junto da família real, seria tão triste e cruel e nem quantos segredos aquele lugar poderia esconder. Sua vontade era largar tudo aquilo e voltar a sua vida normal... Mas isso implicava ficar longe do príncipe Magnus Chevalier. E de alguma forma ele precisava dela... Agora Katrina se via envolvida com Magnus, Dereck e todos os segredos do reino de Noriah, inclusive um relacionamento com o líder de um grupo rebelde em que ela participava pelo fim da monarquia. Seria ela forte o suficiente para destronar a rainha Anne Marie Chevalier? Magnus a perdoaria quando soubesse quem ela realmente era? Não recomendado para menores de 18 anos.”