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A Dama de Companhia

Capítulo 2 Sobre Kevin

Palavras: 1483    |    Lançado em: 12/11/2021

gas, sendo que alguns eu tinha bastante afinidade já. Isso também poderia me abrir portas, pois lá eu encontrava pessoas a partir da Zona C. Então no dia seguinte eu teria que abrir o

m vendia. Eu só tinha certeza de que ele não ajudava a família com um real. O fato de meu pai ter perdido todo nosso dinheiro fez com que ele se afastasse ainda mais da nossa casa e da nossa família. Ele era muito revoltado com a situação que Adolfo Lee, nosso pai, nos colocou. Kevin tinha 23 anos. Mamãe alega que desde o início sabiam que ele não seria o filho que ganharia a oportunidade de cursar a faculdade. Nunca se interessou pelos estudos. Então decidiram que teriam outro filho, neste caso, eu. Sempre fu

zul, dependendo da claridade do lugar onde estávamos. Kim me dizia que meus olhos ficavam verdes quando eu estava brava, mas eu nunca tive certeza, até porque nunca fui olha

roblemas, desde se envolver com mulheres casadas até entrar na vida dos entorpecentes. Ele era um problema constante para meus pais. No entanto mamãe sempre tentava de alguma forma protegê-lo, mesmo não estando de acordo com as coisas que ele fazia. Meu pai, depois de ser o responsável pela nossa falência, não se achava mais no direito de exigir respeito dos filhos. Eu continuei o respeit

erança da família. E eu ficava feliz por ele acredit

u quarto. Quando o vi, limpei as lágrimas. Não queria que ele me viss

apareceu. –

disse. – Nova

er muito bem e e

rmel

Não sabia exatamente a

mos a honra

ue você postou na

O

ece se oferece

bobo. Não tem n

ro qu

para me mandar

urioso quando meus a

ia que seus am

lhor começar a não expo

e tem

o melhor você fazer o que estou mandando, senão

ocê não se

e vou ter que s

Adolfo Lee acabou com o

sso pai errou, mas não pod

e você não entende? Qual sua chance de um bo

Zona E já sabem disso, Ke

eve

com tantas coisas, como o bem estar de sua

ê. Não lhe devo satisfações. Como não moro ma

vai me aj

e

um emprego, como vou

Podemos dividir as despesas. Isso me a

, obr

evi

ãe tinha investiu em você e não em

ideia do que vou f

ltam. – ele dis

no bra

e pelo olhar dele a suges

es, você pode trabal

sei faz

sabe pentea

alei sinc

você sab

sei no que

sociais também não é seu forte.

a os seus amigos.

uma boa grana. Tenho uns contatos se você

stá fala

a. Por incrível que pareça, eu não duv

a pode rend

eu poderia

Mas tem boas garotas de progra

é meu irmão de verdade. F

iu e

ria ser s

iste. Aquilo provavelme

os num dos países com a maior desigualdade social qu

Eu jamais venderia m

certo, pode tr

ha agora? Pode ajud

... O suficiente para mim e meus ví

zendo? No que e

Não poss

ão é

. Mas é

mais. Eu fiquei ali, pensando no fardo que eu tinha que carregar e em tudo que ele havia me falado. Kev

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A Dama de Companhia
A Dama de Companhia
“Katrina era uma garota acostumada a uma vida boa. De uma hora para outra tudo mudou, quando seu pai perdeu todo o dinheiro da família. Então ela se viu como única responsável pelo sustento da família e cuidados com a saúde do pai acamado. O emprego como dama de companhia da rainha era o sonho de uma vida melhor para sua família. Mas ela nunca pensou que estar no castelo, junto da família real, seria tão triste e cruel e nem quantos segredos aquele lugar poderia esconder. Sua vontade era largar tudo aquilo e voltar a sua vida normal... Mas isso implicava ficar longe do príncipe Magnus Chevalier. E de alguma forma ele precisava dela... Agora Katrina se via envolvida com Magnus, Dereck e todos os segredos do reino de Noriah, inclusive um relacionamento com o líder de um grupo rebelde em que ela participava pelo fim da monarquia. Seria ela forte o suficiente para destronar a rainha Anne Marie Chevalier? Magnus a perdoaria quando soubesse quem ela realmente era? Não recomendado para menores de 18 anos.”