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A troca

Capítulo 3 Elevador

Palavras: 1902    |    Lançado em: 04/05/2022

chegasse lá e quando fosse voltar, e fez uma oração antes de ela sair de casa. Tinha esquecido de quão calorosos eram seus f

ão teve de fazer um retorno,

ar-se e discou o número do escr

s nada da mulher chegar e nem por telefone conseguia contato com e

celular de Henrique começa a vibrar. Ele at

or, a

afi

aqui no seu

ou em reunião. Assim

Ok

ve de esperar por ela. Onde já se viu? A mulher diz que está saind

teve de ir até o escritório de Henrique, porque se atrasara muito e ele não pode esperar! Agora já passavam das 18 horas e o homem ainda não tinha

abelos escuros e bem penteados, os olhos castanhos, sobrancelhas grossas, pele morena. Usava traje social, mas mesmo assim era possível perceber que tinha um porte atl

arçar seu encantamento. Percebeu sua voz mais rouca, o breve ape

o, estava exausta do dia e

Fernandes. - Ela fala esten

rosada e bem desenhada, os cabelos pretos ondulados caindo sobre os ombros. Ela vestia uma calça jeans azul escuro, sandálias baixas e uma blusa r

? Eu fiquei mais de du

em era bonito, sexy, milionário, mas era um arrogan

ver o fogo no

ndo as mãos. - O avião atrasou, depois deu problema, teve que fazer

as horas! Então tenha-se por satisfeito e vingado. Pegue sua mala e me dê a minha! - Safira

her não abaixando a cabeça para ele. Qualquer outra no lugar dela, pediria p

pronta para sair pela porta quando ouviu-o dizer. - Esper

ele podia jurar que ela pularia em cima dele, mas n

lou por entre os dente

e disse a encarand

. Não se lembrava mais nem da fome que a consumia, só

Ouviu a voz de Henrique atrás de

de sua magnífica empresa? - Dis

lguma, só co

itada. Então quer dizer que agora sou uma palhaça! Pensou indignada. Entrou no elevador

ressante, não era culpa exclusivamente dele. Sentiu o perfume intenso dele e apreciou. Há tempos que não gostava de um perfume masculino, tinha pego nojo, através disso ela sab

os olhos parados vivendo outro momento. O perfume dela se espalhava pelo elevador, o deixando levemente tonto,

ertou o botão do

tamos os botões. - Henrique fala, no momento em que sente um socalã

fira respondeu se segurando nas paredes laterais do elevador

Henrique pega seu

enquanto o ouve falar

eceu? - Ela pergunt

Ele escora-

ra fala alto demais, não acre

deve ser algum cabo com ma

rede e escorrega até sentar-se no chão. -

a preso no elevador com uma azarada. - Você só se mete em

ar da bolsa lateral que carregava. Não tin

ava mais ficar presa ali dentro. - Não te fala

resença compensavam. Mas vê-la reclamando o deixava mais indignado. Afinal estavam presos no elevador não era po

o, enquanto via a mulher começar a

sentia uma leve tontura. Já não sabia mais se era pela f

e as luzes também, mantendo apenas as luzes de emergência. Sentia o suor escorrer pelas costas, mas estava mais

se aproximando dela, se arras

ui há mais d

averiguando mais

um barulho da abertura de cima do elevador. - Ai meu Deus. - Safira se

? - Um bombeiro

O que houve? Porque preci

ais para arrumar, por isso nos chamaram para sal

esse um acidente pior? Teria de conversar com o pessoal técnico. Ajudou Safira a

Ele tinha um cheiro forte de perfume misturado ao suor, que a fez sentir um

corou na parede e se sentou no chão. Um bombeiro a abana

na volta. - Tragam água para ela! - Ordenou

eu estômago se revirava, e sentia

nto colocavam água em sua boca. Ela bebeu

mer, acho que baixou minha glico

venha... - Henrique a

como por lá. - Disse retirando o b

ela, estava muito pálida e trêmula. Não fazia bem ficar tantas horas sem comer, além d

forças, apenas assentiu enquanto ele

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