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Cristal

Capítulo 5 Damas e Senhores

Palavras: 1273    |    Lançado em: 08/01/2022

a Dama Mestra a guiava escadaria acima. Subir as escadas a fazia se lembrar da

esclareceu a senhora, colocando Cristal dentro de um cômodo que

da. Era um colchão bem mais macio que o do orfanato e havia uma cortina que

sposta da mulher surpreendeu Cristal –

pécie de líder, cheia de sabedoria, mas era difícil porque

a Dama Mestra sentou ao seu lado. – Há várias cois

istal apontou as outras três camas v

, e Cristal se sentiu bem por ter alguém amigável por p

a descobriu que embaixo da cama haviam gavetas para guardar suas coisas, não

timo que era seu rosto, mas também havia um dos dois mais jovens do que atualmente, um de um gato que um

uxe Cristal de volta para o prese

. Estava se sentindo incrivelmente atola

m seu vestido amarelo e parecendo verdad

estuda? – Cris

s em geral. – acrescentou, percebendo que Cristal não entendera. – Minha m

istal andando até ela

heios de admiração – Para cuidar das pessoas de modo

tal não entendera a diferença d

as. Esse tipo de coisa. – Cristal não podia nem imaginar que tipo de coisa era essa, mas ac

culando por um grande jardim florido e com belas árvores frutíferas. Havia mais c

vistou uma construção similar, porém verde. O espaço entre as du

Lis, parando ao seu lado e parecendo ligei

rguntou e depois se corrigiu:

muito. – Lis res

idade? – Cristal forço

midamente – Eles também passam m

fastada, com vários quilômetros vazios de terreno a sua volta. Parecia ser feit

lo, Lis? – apon

os recolhemos quando somos chamados para reproduzir para nosso pov

to? – Cristal p

um pouco desconfortável com o assu

licar em voz baixa – Nós vamos a

a? – Cristal su

orto – Aquele lago. – ela tornou a levantar e

as suas águas eram mais escuras da que as do

observando ao long

reita com um anel trabalhado em pr

der o que isso tinha a ver com a reprodução. Não fazia o m

a não falaria sobre isso, observou Cristal. Estava completamente sem jeito com esse assunto e não tinha

al do que conversar com a própria mãe sobre algo assim? Cristal adoraria t

s para Cristal, talvez perdida nas próprias memórias ou porque

s, mas uma mulher entrou no quarto segurando um vestido

ome é Anette, sou uma Dama Professor

como o tecido era suave e delicado ao toque. Certamente aquilo seria o qu

ual de Iniciação. – a voz de Anette

spondeu a meni

edir, e Lis fechou a porta do quarto

o que você acabou de contar? – pergun

sentiu,

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Cristal
Cristal
“Criada em um orfanato, Cristal é surpreendida ao descobrir que nasceu em um povoado cheio de costumes e regras completamente diferentes do que está habituada e que precisa voltar para sua família de origem. Lutando para se adaptar e sentindo muita falta do velho amigo, Simas, ela quebra algumas regras com a ajuda de Jonas, o único amigo que conseguiu fazer e que parece disposto a acompanhá-la em aventuras que chocam seu povo. O tempo passa e Cristal continua sentindo que não se encaixa, mas segue as regras por medo das consequências – que descobriu que podem ser intensas naquele lugar -, mas, depois de um choque de realidade, ela começa a perceber que há mais coisas erradas com os costumes e as regras do que parece.”