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Cristal

Capítulo 2 No Orfanato

Palavras: 1366    |    Lançado em: 08/01/2022

e anos

crianças menores que estava em cima de uma outra cama perto dali. A menininha sorria para el

aquela voz – Ei, Cristal. – ma

tou-se na cama olhando

iu parado na porta. Seus cabelos pretos

ncordou, irritada, levant

nte tempo. Cristal se trocou e depois olhou no espelho, tentando arrumar seu espesso cabelo enrolado que sempre acabava cheio de nós depois de dormi

ainda no mesmo lugar, mas a menininha

ela disse, arrumando

disse, irritado, quando finalmente os dois saíram para longe do dorm

sso, Simas. – Cris

refeitório. As velhas mesas de madeira estavam quase todas vazias, e as poucas o

el pelo refeitório, era dura, mas ao mesmo temp

inal de paz – Mas espero que ainda tenha ca

ve sorriu e apontou uma mesa

ostava de dormir até tarde no único dia livre que possuíam,

Simas passou uma folha com um de

á ficando cada vez melhor nisso. –

reto e pães. Depois de colocá-los na mesa, voltou a afastar-se.

do orfanato sem supervisão.

to de sair sozinho depois de todas as suas tarefas estare

m. – resmungou Cristal – Mas

. – lamento

te mais dois anos para que também tivesse liberdade de circular sem acompanhante. O grande desej

dos fundos. A maioria das crianças menores estava brincando ali em peque

rossas grades de ferro, e ficaram olhando para a rua. As pessoas passavam do lado de fora sem olhar muito para o casarão que era

Simas como se falasse

para onde ele apontava e viu uma

da mulher era branco e o da menina, que devia ter pel

as? – perguntou

las moram nos limites do povoado, não s

as que se moviam em silêncio pela rua. As pessoas acenavam com a cabeça

m uma aprendiz para si. – especulou enquanto as duas figuras estavam entrando em uma loja – Eu soube que

al olhou para Simas, mas o

es do povoado e passaram a aceita

al perguntou franzindo a te

ntes que me pergunte, eu não sei o papel de cada um deles. – na verdade tudo que ele sabia era obtido através

sacola e andavam em absoluto silêncio do outro lado da rua. Foi então que a mulher mais velha ergueu o olh

hou? – pergu

as respondeu, igu

ge do portão e sentaram n

– Cristal perguntou pensando nos

stal, mas ela não percebeu. Estava pensando sobre as coisas que ele aca

o, mas dessa vez Cristal parecia mais distante do que o de costume. Muitas vezes Simas perce

a voltar e se reunir no refeitório para o jantar. Cristal e Si

tavam presentes. Seu olhar era sempre sério e penetrante. Cristal se perguntou, como sempre fazia q

r algumas horas fora. – comentou

spirou Cristal, pensando nos

para os dormitórios aos poucos. Quase os últimos a s

– disse Cristal indo para

esitando parado no topo da escada,

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Cristal
Cristal
“Criada em um orfanato, Cristal é surpreendida ao descobrir que nasceu em um povoado cheio de costumes e regras completamente diferentes do que está habituada e que precisa voltar para sua família de origem. Lutando para se adaptar e sentindo muita falta do velho amigo, Simas, ela quebra algumas regras com a ajuda de Jonas, o único amigo que conseguiu fazer e que parece disposto a acompanhá-la em aventuras que chocam seu povo. O tempo passa e Cristal continua sentindo que não se encaixa, mas segue as regras por medo das consequências – que descobriu que podem ser intensas naquele lugar -, mas, depois de um choque de realidade, ela começa a perceber que há mais coisas erradas com os costumes e as regras do que parece.”