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hington / Es
nos an
NA
ue aqui não tem presente algum. Reviro os olhos e sorrio. Meu velho! - Meu be
orriso largo, assim como minha mãe. Estão de mãos dadas e olham
nço me jogando no so
ar seus olhos, quando o chamo pelo seu nome. Gargalho. - Não tem prese
o. Ao seu lado minha mãe sorri. Quando ele abre, dentro está o mais lindo presente que já ganhei, em toda minha vida. Eu estava namorando essa joia desde que, eu a tinha visto em uma
gada, papai! - O agradeço c
de Ballet. - Dessa vez, os dois falam em uníssono, me deixando com os
sua voz. Ele é sempre assim. Feliz. Afoito. Deus! Eu o amo tanto. - O Eric não
- Reviro os olhos em descrença. Mais um dia que o Eric me tro
fante e orgulhoso da própria piada, mas se recompõe quando ganha da minha mãe, um ol
preende séria. - Vamos logo e
o sonhando se um dia, terei isso também, vindo do meu namorado. Am
vou negar que, também deixa muitas coisas a desejar. Não estou falando sobre o sexo, já que o fizemos, por ele me importunar tanto. Perdi minha virgi
l não está lotado. As pessoas bebericam suas bebidas e curtem a música suave que toca a
e então encaro papai quando ele leva seu e
aça, para que ele entenda sobre o que estou p
ncesas. Tudo é sobre você querida. -
or você. - Eu rio, erguendo a taça para
e seu sorriso se agigantar. Ela se coloca e
Antes mesmo de abraçá-los, já
da. - Abraço-os, beijando ambos e sorrindo abobalhada,
..
e cai lá fora, mal dando para ver a estrada. Assusto-me, interrompendo o refrão da música, assim que outro carro vem em nossa direção. Sinto quando o carro que estamos, tax
ndo alto, quando o maldito carro passa raspando o n
tudo bem, filha. - Minha mãe fala, ma
. Nós vamos morrer
s. Algo ruim gritando dentro de mim. Não gost
s, por
beça, seus olhos arregalados mostram seu desespero, quand
- Papai pergunta-me, nunca
ima para responder sua pergunta. - Oh, Deus, que m
tária. Eu grito que sim, sob minha respiração entrecortada. Como não have
carro taxia mais uma vez, levando-o a deslizar até que sai da pista e capota, uma e então duas, três vezes e eu não sou mais capaz de
ível. A respiração, sai rasgando o peito. O cheiro do sangue vivo, mais forte, dor rasga minhas costas. Meu choro baixo,
DEP
ja, causando em mim, uma dor descomunal e agonizante. For
im, mas não consigo dizer onde estou.
vida ecoa na minha mente, fazendo-me refém daquele momento horrível. O medo me toma, tento me levantar da cama em que estou, numa tentativa falha e sem sucesso. Minhas pernas não me obedecem. Apavoro-me. Tento mai
- É isso, vou apenas fazer alguns exames e tudo voltará ao normal.
epouso sobre minha mãe, ela te
Murmuro, apenas para ver seu choro antes pre
Deus, não seri
bada, me faz pensar que al
- Pergunto, desesperada. - Pai... -Chamo-o
inha princesa, é tudo culpa minha. - Suas palavras ma
e murmura, alisando seu rosto suavemente, olhando-o
to das pessoas que, mais amo neste mundo. Meu olhar é vago, cheio de lágrimas
sso? - Indago, a voz embargad
nclusões precipitadas. - Seus olhos desviam dos meus, mas
nválida, dependendo deles para tudo, e o Eric
pra mim que, tudo isso é mentira, que aquele acidente não aconteceu e que eu vou poder dançar novamente. Mamãe, Deus não seria tão injusto... - Implorei. Estendendo sua m
são, como uma facada em meu peito. Profunda e dolorosa. Minhas lágrimas descem em cascatas, molhando a face e dando-me seu gosto salgado. Não acredito no que acabei de ouvir. Isso não pode ser ver
ê está brincando. Eu sei que está. - Ela nega com um aceno de cabeça. - Para com isso, apenas par
oro copiosamente. As mãos tremendo sob meu colo e o coração agonizando, com
ue tudo vai ser como era antes. - Murmura,
Ajuda-me, mamãe. Papai? - Os soluços não p
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