icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

QUANDO HÁ AMOR

Capítulo 2 PEGUEI VOCÊ

Palavras: 2341    |    Lançado em: 25/02/2022

NOS DE

A L

as que, um dia já vivi na vida. É sexta-feira! E todas elas, são marcadas por uma diversão no píer. Ouvir o cantarolar dos pássaros e os barulhos das arvores me acalma. Deixe

ar que, por conta de tudo isso, fui abandonada por meu namorado, quando mais precisei dele. O amava tanto que, quando Eric me ligou, diz

Frio. Cruel. Ele olhava-me com pena, nojo, como

Eu deveria saber que isso estava prestes a acontecer. Desde que ele havia me ligado, mais cedo. Eu sabia! Algo estava errado. - Não acho que podemos ter u

rados nos seus, não perde

di. As lágrimas nos meus olhos, já com

nto da boca levantado,

m para tudo. - Suas palavras rasgam-me por dentro. - Não vamos nem poder fazer sexo, Anna. Se, já era banal estar com você quando andava,

na minha vida. Não sabendo, o ser humano nojento que você é. De forma alguma eu ousaria passar, o resto da minha vida, com alguém de sua índole. Estou presa numa cadeira de rodas, mas esto

o menos, a noção de que algo assim viria acontecer, vindo de um cara como Eric. Ele sempre estava com seus amiguinhos. Trocava-me sempre, pelos barzinhos, aos sábados, com seus colegas de trabalho. D

que mexi a perna. O súbito susto de uma barata. O inseto tão indefeso, mas que me causa pânico, foi o motivo de muita aleg

pai, em um bate papo animado, sorrindo um para o outro, enquanto eu e Kath,

ia, Kath. - Respondo sem

tivar em algo. A conheci na faculdade. E de todos os meus amigos, a Kath

us braços, super bem. Se eu fosse você, t

esmo, abrir minhas mãos direito. Sei lá, apenas não me acho mais capaz,

enorme s

iliza-me. Eu sorrio alegrement

a água para mim? - Faço meu melhor beicinho, o que a

- Gargalho, não conseguindo segurar,

acidente, me distanciei de muitas coisas. Podem me chamar de fraca o quanto quiserem, mas acontece que, não me sinto pronta o suficiente, para estar sob a mira de pessoas mal

quando meus olhos pousam em uma barata, próxima ao meu pé. O bicho nojento, tem suas antenas balançando de um lado para o outro e o súbito susto, faz com que eu solte um grito e tire meu pé do pedal da cadeira. Por um segundo, aquele bicho não importa mais, porque no minuto seguinte, lágrimas de alegria transbordam m

de concluir a frase, porque meu choro de

o a mim que sim, que eles prese

perna. - Grito, eufóric

rri gi

Responde sorrindo e c

mão, sendo derramado sobre minha cabeça, me dando um banho. Ela me aperta em seus bra

ê não sabe o quanto esse movimento me deixou feliz. Eu a

se um peso sobre a minha perna, me impossibilitando de

z tenha sido pelo su

tentando passar conforto. - A amo minha pedra preciosa, você sabe disso, não sabe

fala, se juntando a minha mãe e m

mo. Muito. - Por

izei aquele pequeno movimento, fez com que meu coração transbordasse do mais puro amor. Foi genuíno e verdadeiro.

equeno transe, com a vo

minha direção. Kath é uma mulher bonita. Seus cabelos estão arrumados, numa belíssima trança escama de peixe, de lado, o que é de se estranhar, porq

vira os olhos pela fo

me dá um beijo est

toda, credo! - Brinco, faze

. - Encolho os ombros, garg

o meu lado

tá tão linda hoje, e nem fui eu quem a arrumei. - P

o. Foi presente dela. - Dou a ela um sorriso largo,

não querendo que ela veja. – Anna, já conversamos sob

o a c

ath. - Um sorriso, brinca em sua boca. Sei que esse foi um dos dias mais

ei. -Lágrimas se formam em seus olhos. - Mas agora, chega de chorar. - Se lev

go

Kath, eu pos

upação marca sua feiç

ntes. Preciso comprar aquele biscoito que gosto, tenho certeza

a cabeça, sorrindo com seu jeitinho preocupado. - Qualqu

o revirando os olhos,

o então.

deira, começando a movê-la devagar, indo em direção a saída do parque. A cadeira de rodas é automática, faz alguns meses que, eu ganhei do meu pai. Confesso que, é bem melhor que a outra que eu usava, além de ser bastante confortável. Passo pelos enor

tada, a respiração falha. Os pulmões parecem não me o

o desespero. - Por favor, parem. - Lágrimas ardentes, toma

ntá-la, eu vou ao chão, caindo, encolhida. Chorando feito um bebê. Precisando de ajuda, mas sem ter alguém que faça algo por mim. Ouç

a que

-se daí

. Quebrada, assustada. De repente, todo flashback do acidente, aparece na minha mente, como um filme de terror, me atormentando ainda mais e levando-me ao

or. Apenas sinto, quando braços firmes me pegam e me

. - A voz é rouca, mas é suave igu

Reclame seu bônus no App

Abrir
QUANDO HÁ AMOR
QUANDO HÁ AMOR
“Quando aos vinte anos de idade, Anna Liz Parker sofre um acidente de carro, sua vida muda radicalmente. Saber que não andaria mais, dias depois de fazer aniversário, foi o pior presente que ela poderia ganhar. O sonho de se tornar professora de ballet, foi destruído diante de seus olhos. Fora deixada pelo homem que mais amava dada a sua deficiência. Anna chorou por noites, se perguntando o porquê de tudo está acontecendo. Tudo que ela queria, era ter sua vida de antes. Queria ser a bailarina de grandes sonhos, mas de nada adiantaria, sua vida a partir daquele dia seria outra: Presa em uma cadeira de rodas para sempre. No entanto, o que ela não imaginava era que tudo isso um dia pudesse trazer o amor de sua vida. Zaccary Mitchell tem vinte e nove anos. É o famoso CEO arrogante e rico que possui milhares de empresas pelo o mundo. Ele sempre fala para si mesmo que nunca se apaixonará por mulher nenhuma. No entanto, quando o destino o coloca frente à frente com Anna Liz, ele sabe muito bem que está perdido e que não tem como fugir. O sentimento de cuidar da linda garota cadeirante em seu vestido de borboletas, é avassalador e imediato. Zaccary se ver perdidamente encantado por Anna, e em meio ao encontro inusitado dos dois, ele promete nunca mais abandoná-la.”